Reeleito para mais três anos como presidente do Clube dos 13 (C-13), o gaúcho Fábio Koff terá um tema delicado para tratar logo no começo de seu novo mandato. Ele terá de tratar sobre o novo contrato de transmissão dos jogos do Campeonato Brasileiro dos próximos anos.
Se antes a TV Globo tinha uma hegemonia nessa questão, agora a TV Record entrou no páreo. Mas o mandatário da entidade disse que ainda precisa montar a comissão que irá discutir o tema. Segundo Koff, o sistema funcionará como uma concorrência normal, com os interessados apresentando suas propostas.
“Essa comissão examina a formatação da proposta e ela vai para o mercado, para quem estiver interessado. Então a comissão encaminha a proposta para a diretoria. Depois avaliamos o que chegar até nós, para ver se a proposta está adequada para ser levada a plenário, para os 20 clubes decidirem”, explicou.
Segundo Koff, esse processo deverá ter início ainda este ano. “É um processo que não é lento, mas não é rápido. Até por interesse das televisões, para decidirem a grade de programação delas, vamos começar a discutir esse tema ainda esse ano para definirmos o ano que vem e ter prazo suficiente para revender o produto.”
Quando questionado se haverá preferência pela renovação com a TV Globo, o presidente do C-13 garante isso não acontecerá e ele até mesmo já conversou com a TV Record. “Recebi da Record um ofício dizendo que eles estão interessados, mas não falou em valores. Informalmente, o doutor (Alexandre) Raposo (presidente da emissora) colocou um valor, mas depois não voltamos mais a falar”, disse Koff, sem revelar as cifras envolvidas na conversa.
Alguns clubes, como São Paulo e Flamengo, já de antemão se mostraram insatisfeitos com qualquer negociação feita pelo C-13. Mas Fábio Koff garante que não há a possibilidade de esses times negociarem seus direitos de transmissão de forma individual ou separada do próprio Clube dos 13.
“Não existe essa possibilidade e nem a lei permite isso. O contrato é coletivo e tem sido negociado coletivamente, o que tem proporcionado os bons valores que nós chegamos. E não tem sentido falar em negociação individual, pois estamos tratando de toda uma competição”, concluiu o ex-presidente do Grêmio.
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“Essa comissão examina a formatação da proposta e ela vai para o mercado, para quem estiver interessado. Então a comissão encaminha a proposta para a diretoria. Depois avaliamos o que chegar até nós, para ver se a proposta está adequada para ser levada a plenário, para os 20 clubes decidirem”, explicou.
Segundo Koff, esse processo deverá ter início ainda este ano. “É um processo que não é lento, mas não é rápido. Até por interesse das televisões, para decidirem a grade de programação delas, vamos começar a discutir esse tema ainda esse ano para definirmos o ano que vem e ter prazo suficiente para revender o produto.”
Quando questionado se haverá preferência pela renovação com a TV Globo, o presidente do C-13 garante isso não acontecerá e ele até mesmo já conversou com a TV Record. “Recebi da Record um ofício dizendo que eles estão interessados, mas não falou em valores. Informalmente, o doutor (Alexandre) Raposo (presidente da emissora) colocou um valor, mas depois não voltamos mais a falar”, disse Koff, sem revelar as cifras envolvidas na conversa.
Alguns clubes, como São Paulo e Flamengo, já de antemão se mostraram insatisfeitos com qualquer negociação feita pelo C-13. Mas Fábio Koff garante que não há a possibilidade de esses times negociarem seus direitos de transmissão de forma individual ou separada do próprio Clube dos 13.
“Não existe essa possibilidade e nem a lei permite isso. O contrato é coletivo e tem sido negociado coletivamente, o que tem proporcionado os bons valores que nós chegamos. E não tem sentido falar em negociação individual, pois estamos tratando de toda uma competição”, concluiu o ex-presidente do Grêmio.
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