As esperanças do Corinthians de receber investimentos do milionário russo Boris Berezovsky ganharam um ânimo extra nesta semana. O deputado estadual Vicente Cândido (PT-SP) afirma ter conseguido a liberação junto ao governo federal para que o empresário possa vir ao Brasil sem ter risco de ser extraditado para a Rússia.
”Ele nunca foi proibido de entrar no Brasil. Havia controvérsias colocadas pelo promotor de São Paulo e pela oposição do Corinthians. Chegou-se a falar que ele era condenado no país dele e que tinha mandado da Interpol, mas isso é só fantasia”, afirmou.
Berezovsky já esteve no país em 2006, mas na ocasião foi interrogado por cerca de oito horas pelo Ministério Público. “Ele veio aqui no ano passado sem problema, só teve o incidente por causa da investigação sobre a MSI. Mas, pelo que eu fiquei sabendo, ele nem era sócio da MSI. Ele não era objeto de investigação e ficou esclarecido isso na ocasião”.
Acusado de diversos crimes em seu país, dentre eles lavagem de dinheiro, Berezovsky vive exilado na Inglaterra e tem interesse em fazer investimentos no Brasil, como no setor aéreo e em biodiesel. E o Corinthians também está na lista do milionário, disposto a ajudar a financiar a construção de um estádio para o Timão (avaliado em R$ 500 mil), que poderia também ser utilizado em uma eventual disputa da Copa do Mundo de 2014 no Brasil.
”Ele quer fazer um investimento de mais de US$ 2 bilhões. Quer investir no país, em infra-estrutura, aviação… É algo inédito no país. O futebol é só uma parte pequena do que ele quer investir”, explicou.
O deputado Vicente Candido adverte ainda que o único problema de Berezovsky na Rússia é político, com o presidente Vladimir Putin. ”Se não está condenado no país dele. É um refugiado político, e o Brasil faz parte da convenção da ONU de extensão de território a refugiados. Ele pode entrar aqui nessa condição. O que há no país dele é uma disputa política pesada com o Putin”.
Liberado para vir a São Paulo, Berezovsky deve agora estudar sua agenda para viajar chegar à cidade. O deputado ainda explicou que o acordo de extradições feito entre os governos de Brasil e Rússia não ameaça os planos do milionário.
“O que teve de fato novo desde a outra vinda dele é a assinatura do presidente Lula de um acordo de extradição com a Rússia, mas ele não é condenado lá e não pode ser preso. O que acontece é que o Boris é uma pessoa polêmica e está querendo investir no Corinthians, um clube polêmico, mas estamos dirimindo qualquer problema”, concluiu.
”Ele nunca foi proibido de entrar no Brasil. Havia controvérsias colocadas pelo promotor de São Paulo e pela oposição do Corinthians. Chegou-se a falar que ele era condenado no país dele e que tinha mandado da Interpol, mas isso é só fantasia”, afirmou.
Berezovsky já esteve no país em 2006, mas na ocasião foi interrogado por cerca de oito horas pelo Ministério Público. “Ele veio aqui no ano passado sem problema, só teve o incidente por causa da investigação sobre a MSI. Mas, pelo que eu fiquei sabendo, ele nem era sócio da MSI. Ele não era objeto de investigação e ficou esclarecido isso na ocasião”.
Acusado de diversos crimes em seu país, dentre eles lavagem de dinheiro, Berezovsky vive exilado na Inglaterra e tem interesse em fazer investimentos no Brasil, como no setor aéreo e em biodiesel. E o Corinthians também está na lista do milionário, disposto a ajudar a financiar a construção de um estádio para o Timão (avaliado em R$ 500 mil), que poderia também ser utilizado em uma eventual disputa da Copa do Mundo de 2014 no Brasil.
”Ele quer fazer um investimento de mais de US$ 2 bilhões. Quer investir no país, em infra-estrutura, aviação… É algo inédito no país. O futebol é só uma parte pequena do que ele quer investir”, explicou.
O deputado Vicente Candido adverte ainda que o único problema de Berezovsky na Rússia é político, com o presidente Vladimir Putin. ”Se não está condenado no país dele. É um refugiado político, e o Brasil faz parte da convenção da ONU de extensão de território a refugiados. Ele pode entrar aqui nessa condição. O que há no país dele é uma disputa política pesada com o Putin”.
Liberado para vir a São Paulo, Berezovsky deve agora estudar sua agenda para viajar chegar à cidade. O deputado ainda explicou que o acordo de extradições feito entre os governos de Brasil e Rússia não ameaça os planos do milionário.
“O que teve de fato novo desde a outra vinda dele é a assinatura do presidente Lula de um acordo de extradição com a Rússia, mas ele não é condenado lá e não pode ser preso. O que acontece é que o Boris é uma pessoa polêmica e está querendo investir no Corinthians, um clube polêmico, mas estamos dirimindo qualquer problema”, concluiu.