Nem mesmo a decisão do Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que não concedeu de volta os seis pontos ao Marília na Série B do Campeonato Brasileiro, desanimou os dirigentes do clube paulista. Segundo eles, o time já está se organizando para mais uma batalha judicial.
O advogado do MAC, Adriano Pereira, explicou que o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) tem pontos conflitantes com o Estatuto da Fifa. “Pelo CBJD, não se pode fazer revisão por pontos perdidos. Isto contraria as regras da Fifa e, por isso, entraremos com uma ação rescisória. O objetivo é rescindir a decisão do STJD. A luta continua e estamos otimistas”, declarou, em entrevista ao Diário de Marília.
José Roberto Duarte de Mayo, presidente do time, acredita em um final feliz para o Marília. “Em nenhum dos julgamentos a decisão de punir o Marília foi unânime. Isto já demonstra que estamos no caminho certo. Na quinta, o relator foi um dos que votou a nossa favor”, afirmou. “Vamos entrar com a ação rescisória e temos certeza que haverá outro julgamento. Continuo otimista e afirmando que o MAC não cometeu nenhuma irregularidade para ser punido”.
A equipe paulista foi punida por ter escalado Leandro Camilo de forma irregular na vitória de 4 x 3 sobre o Avaí, na terceira rodada da Segundona. A punição prevê a perda do dobro de pontos ganhos pela equipe na partida, onde teoricamente foi beneficiada pela escalação. Se o MAC reavesse os pontos, o Coritiba, por exemplo, não teria garantido o seu acesso, entre outras alterações drásticas na tabela.
O advogado do MAC, Adriano Pereira, explicou que o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) tem pontos conflitantes com o Estatuto da Fifa. “Pelo CBJD, não se pode fazer revisão por pontos perdidos. Isto contraria as regras da Fifa e, por isso, entraremos com uma ação rescisória. O objetivo é rescindir a decisão do STJD. A luta continua e estamos otimistas”, declarou, em entrevista ao Diário de Marília.
José Roberto Duarte de Mayo, presidente do time, acredita em um final feliz para o Marília. “Em nenhum dos julgamentos a decisão de punir o Marília foi unânime. Isto já demonstra que estamos no caminho certo. Na quinta, o relator foi um dos que votou a nossa favor”, afirmou. “Vamos entrar com a ação rescisória e temos certeza que haverá outro julgamento. Continuo otimista e afirmando que o MAC não cometeu nenhuma irregularidade para ser punido”.
A equipe paulista foi punida por ter escalado Leandro Camilo de forma irregular na vitória de 4 x 3 sobre o Avaí, na terceira rodada da Segundona. A punição prevê a perda do dobro de pontos ganhos pela equipe na partida, onde teoricamente foi beneficiada pela escalação. Se o MAC reavesse os pontos, o Coritiba, por exemplo, não teria garantido o seu acesso, entre outras alterações drásticas na tabela.