O Qatar teria pago pelo menos US$ 20 milhões para conquistar votos para sediar a Copa do Mundo de 2022. A denúncia foi feita ontem pela imprensa alemã e hoje, em Zurique, ex-funcionários da Fifa que se dizem fartos da corrupção prometem apresentar as contas bancárias, transações e passaportes das pessoas envolvidas.
A nova denúncia aprofunda a crise na Fifa que, amanhã, tem marcada a sua eleição para presidente. Mas Joseph Blatter insiste que “não existe uma crise”, não investigará a situação do Qatar e que irá adiante com a eleição, apesar de ser o único candidato. Nos últimos dias, a Fifa vem sendo tomada por uma série de acusações de corrupção, envolvendo mais de um terço dos membros do Comitê Executivo da entidade e, agora, o próprio presidente Blatter
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