Emerson Leão mostrou em seu discurso de despedida do Corinthians que deixou mesmo para trás os atritos que teve com o empresário Renato Duprat, atual homem-forte do departamento de futebol do clube.
“Recebi a ligação de nosso diretor de futebol, o braço forte do presidente (Duprat). Mas não fica qualquer seqüela na amizade. Eu já havia tido também a oportunidade excelente de trabalhar com ele no Santos. Podemos voltar a trabalhar juntos no futuro”, afirmou o ex-técnico do Timão, se corrigindo depois de dizer na semana passada que Duprat “não é funcionário do clube”.
O treinador também negou ter enfrentado qualquer problema de relacionamento dentro do Parque São Jorge. “Encontrei a melhor retaguarda possível aqui, desde a rouparia até a gerência”.
Assim como o técnico, Renato Duprat também adotou um discurso amistoso na despedida do profissional e falou em tom de amizade com Leão.
“Há sete meses, estivemos na casa do Leão e nos entendemos em 15 minutos (para contratá-lo). Hoje de manhã também chegamos a um consenso. Perdemos um companheiro, mas não acaba a amizade de longo tempo”, afirmou.
“Recebi a ligação de nosso diretor de futebol, o braço forte do presidente (Duprat). Mas não fica qualquer seqüela na amizade. Eu já havia tido também a oportunidade excelente de trabalhar com ele no Santos. Podemos voltar a trabalhar juntos no futuro”, afirmou o ex-técnico do Timão, se corrigindo depois de dizer na semana passada que Duprat “não é funcionário do clube”.
O treinador também negou ter enfrentado qualquer problema de relacionamento dentro do Parque São Jorge. “Encontrei a melhor retaguarda possível aqui, desde a rouparia até a gerência”.
Assim como o técnico, Renato Duprat também adotou um discurso amistoso na despedida do profissional e falou em tom de amizade com Leão.
“Há sete meses, estivemos na casa do Leão e nos entendemos em 15 minutos (para contratá-lo). Hoje de manhã também chegamos a um consenso. Perdemos um companheiro, mas não acaba a amizade de longo tempo”, afirmou.