Nome mais cotado para a vaga deixada por Muricy Ramalho, Abel Braga tem contrato com o Al-Jazira, dos Emirados Árabes, até o fim de maio. O empecilho não faz com que o Fluminense descarte a possibilidade de contratar o treinador, mas o clube analisa outras opções. De acordo com Celso Barros, presidente da patrocinadora Unimed, não há um nome preferido.
“Se houvesse um favorito, nós diríamos”, declarou o dirigente, em conversa por telefone na noite desta sexta-feira, quando se reuniu com Peter Siemsem, presidente do Tricolor, para discutir o assunto. A intenção é iniciar a próxima semana com um novo técnico.
“Fala-se muito do Abel, mas ele tem contrato até o fim de maio. Então temos que discutir as possibilidades”, acrescentou. Uma delas seria deixar o time nas mãos de um auxiliar de confiança de Abel – possivelmente Josué Teixeira, atualmente no Nova Iguaçu -, até que o treinador realizasse seu desejo de retornar ao Brasil, ideia que agrada o comandante.
A diretoria não tem plena confiança nesta alternativa e, por isso, considera outros candidatos. “Temos uns 45 nomes (risos). Um pouco menos, porque não há tantas opções no mercado”, brincou Celso Barros.
Levir Culpi, do japonês Cerezo Osaka, também teve seu nome especulado. Além dele, Luiz Felipe Scolari, do Palmeiras, Dorival Junior, do Atlético-MG, e Adilson Batista, demitido do Santos, também foram comentados. Por enquanto, a função fica a cargo do preparador físico Ronaldo Torres.