Depois de três jogos, o Corinthians finalmente foi vazado pela primeira vez no clássico de domingo contra o Santos. De qualquer forma, o Timão segue tendo a melhor defesa do Campeonato Brasileiro com apenas um gol sofrido em quatro partidas (média de 0,25), ao lado do São Paulo.
Segundo os atletas, dois fatores explicam o sucesso da retaguarda alvinegra: a conversa entre os integrantes do setor durante os jogos e a determinação tática exigida pelo técnico Paulo César Carpegiani.
“Futebol também se ganha na garganta”, afirmou o capitão Betão, reconhecidamente o que mais fala dentro de campo. “A gente sabe que tem jogador que não tem o costume de ficar falando, mas isso é importante para o entrosamento”, completou.
Para o goleiro Felipe, “às vezes é possível evitar um gol com uma palavra”. “Cada jogador tem sua característica, uns falam mais, outros falam menos. Mas no dia-a-dia aqui a gente vai se conhecendo mais e sabendo como conversar um com outro”, comentou.
O camisa um diz que a queda da invencibilidade da zaga não deve ser motivo de preocupação para a torcida. “Dos quatro jogos, o que mais fui exigido foi contra o Cruzeiro, nos últimos dez minutos. Então, dá para o torcedor perceber uma segurança no sistema defensivo. Não estamos dando brecha”, declarou.
“Nós sabíamos que depois de quatro ou cinco jogos acabaríamos tomando gol. Aconteceu no domingo e vamos continuar trabalhando para evitar isso, mas o nosso pensamento principal é de sair de campo com as vitórias”, continuou Felipe.
Betão tem o mesmo discurso. “Nosso foco é vencer. Se vencer sem tomar gols, melhor. É preciso também ver os méritos dos adversários, mas, se a equipe continuar com o mesmo desempenho tático, acredito que vamos manter essa boa média”, observou.
Segundo os atletas, dois fatores explicam o sucesso da retaguarda alvinegra: a conversa entre os integrantes do setor durante os jogos e a determinação tática exigida pelo técnico Paulo César Carpegiani.
“Futebol também se ganha na garganta”, afirmou o capitão Betão, reconhecidamente o que mais fala dentro de campo. “A gente sabe que tem jogador que não tem o costume de ficar falando, mas isso é importante para o entrosamento”, completou.
Para o goleiro Felipe, “às vezes é possível evitar um gol com uma palavra”. “Cada jogador tem sua característica, uns falam mais, outros falam menos. Mas no dia-a-dia aqui a gente vai se conhecendo mais e sabendo como conversar um com outro”, comentou.
O camisa um diz que a queda da invencibilidade da zaga não deve ser motivo de preocupação para a torcida. “Dos quatro jogos, o que mais fui exigido foi contra o Cruzeiro, nos últimos dez minutos. Então, dá para o torcedor perceber uma segurança no sistema defensivo. Não estamos dando brecha”, declarou.
“Nós sabíamos que depois de quatro ou cinco jogos acabaríamos tomando gol. Aconteceu no domingo e vamos continuar trabalhando para evitar isso, mas o nosso pensamento principal é de sair de campo com as vitórias”, continuou Felipe.
Betão tem o mesmo discurso. “Nosso foco é vencer. Se vencer sem tomar gols, melhor. É preciso também ver os méritos dos adversários, mas, se a equipe continuar com o mesmo desempenho tático, acredito que vamos manter essa boa média”, observou.