O dirigente admite que o fim de convites a países como Brasil e Argentina diminuirá o nível técnico da competição, mas destaca que será uma oportunidade de equilibrar forças e permitir a participação de nações filiadas à Concacaf que nunca tiveram a oportunidade de disputar o torneio continental.
“Acreditamos que esse formato nos dará uma competição melhor, com todos jogando com o mesmo propósito”, afirmou, acrescentando que não está descartada a participação de países da Concacaf na Copa América: “É uma questão de sentar e conversar”.
Blazer reconheceu que a questão financeira pesou na decisão. “Trazer a seleção brasileira para participar de uma competição é praticamente impossível nos dias de hoje”, disse.
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