Já em 2008, o ataque era o setor de mais destaque no Cruzeiro. No Campeonato Brasileiro, apenas São Paulo e Flamengo fizeram mais que os 59 gols celestes. Neste ano, com a chegada de goleadores de peso como Kléber e Wellington Paulista, os números prometem ser ainda maiores.
Até o momento, o desempenho ofensivo do time impressiona. É fato que, no Campeonato Mineiro, há muitas defesas frágeis, que não servem de parâmetro, mas, ao longo do ano, contando a Copa Libertadores e o torneio de verão do Uruguai, já são 58 gols marcados em apenas 21 jogos, média de 2,76 por partida.
Para Wellington Paulista, que tem nove gols – atrás apenas de Kléber e Ramires na lista de artilheiros do time -, é a dedicação diária que traz este bom resultado. “A gente vem treinando muito a finalização em todos os treinamentos e isso reflete dentro de campo. Estamos conseguindo fazer os gols e agora é manter isso para seguirmos vencendo e buscando os títulos”, afirma o atacante.
Dentre os atacantes, Thiago Ribeiro é o que tem a pior média de gols, com apenas dois tentos em dez jogos. Contudo, o jogador não se preocupa tanto com isto, já que sua função tática inclui cair pelas pontas e ajudar a municiar o ataque. Há quase um mês parado por uma lesão muscular, ele hoje se satisfaz com muito menos que um gol.
“Primeiro de tudo eu quero voltar a jogar. Praticamente um mês sem jogar é muito ruim porque você perde a sequência, perde ritmo. Infelizmente tive essa lesão, mas já estou recuperado e à disposição para domingo”, garante.
“O tempo que vou jogar, deixo por conta do treinador. Fiquei um longo tempo afastado dos gramados, mas estou feliz por estar novamente à disposição”, diz o jogador, que será relacionado para o jogo deste domingo, contra o Ituiutaba.