O que será que o garoto Amaral pensa de ter sido escolhido como substituto de Wendel para a partida decisiva contra o Ipatinga, sua primeira como titular sob o comando de Caio Júnior? E Diego Cavalieri, está pronto para não sofrer gols e manter a atenção palmeirense toda voltada para o ataque? Essas e outras perguntas não foram respondidas nesta quarta-feira, por determinação do técnico Caio Júnior.
O comandante palmeirense “recomendou” que nenhum atleta fosse designado para conversar com a imprensa, mas negou que tenha proibido os jogadores de falar. “Não proibi ninguém de falar. É apenas uma situação de momento. Hoje (quarta) é véspera de jogo e temos que evitar qualquer declaração que possa ajudar o adversário”, justificou Caio Júnior.
Na opinião do comandante, que já tentou colocar a ordem em prática no sábado, antes do clássico contra o São Paulo, quanto menos armas o Verdão puder dar ao adversário mineiro desta quinta-feira, melhor.
“O Flávio (Lopes) também não deu a escalação lá. Não fiz trabalho tático, então não vejo o porquê de confirmar o time. Será uma guerra amanhã, um jogo de vida ou morte, e precisaremos do apoio da nossa torcida. Será muito difícil, mas vamos conseguir”, apostou.
Questionado sobre a estratégia para conseguir a vaga nas oitavas-de-final, Caio Júnior foi didático e simplista: “Não adianta querer fazer o segundo gol antes do primeiro. Será um jogo de risco, pois o regulamento é diferente. Está 2 x 0 para o Ipatinga e não podemos tomar mais gols. O adversário é bom e sabe se defender. Será difícil, mas temos exemplos de superação”, finalizou.