O clássico deste sábado contra o Corinthians apresentou algumas caras novas ao torcedor palmeirense. Uma delas foi o meia Bruno Farias, de 19 anos, que entrou no final da partida em substituição ao também novato atacante Luís.
Natural de Panorama, no interior de São Paulo, Bruno está no clube há apenas três meses. Destaque na campanha vitoriosa do Palmeiras B no Torneio Internacional de Bellinzona (Suíça), o jogador acabou beneficiado com a série de desfalques do elenco profissional e foi promovido à equipe principal na última semana.
“Eu fiquei surpreso quando fui chamado pelo professor Caio Júnior para o time profissional. Realmente não esperava e fiquei muito contente com a oportunidade”, admite Bruno, que estava no Internacional antes de chegar ao Parque Antártica. “Acabou meu contrato lá e, como minha família é do interior de São Paulo, optei por vir para o Palmeiras”, conta.
O meia diz que não ficou nervoso quando foi chamado pelo técnico Caio Júnior para fazer o aquecimento. “Mas, como fiquei uns dez minutos aquecendo até entrar, veio um monte de coisa na cabeça, desde quando eu jogava na infância”, lembra.
“Comecei a olhar o estádio, senti a responsabilidade de um clássico, em que o Palmeiras estava ganhando e não poderia deixar escapar o resultado. Veio um frio na barriga, mas aí pensei: ‘Essa é a minha hora’. Entrei em campo confiante”, completa.
E, por pouco, Bruno não saiu jogando como titular. O técnico Caio Júnior revelou que tinha uma dúvida tática entre o meia e o volante Wendel e acabou optando pelo segundo quando soube que o atacante Max não teria condições de jogo e, com isso, o jovem Luís seria o titular.
“Talvez seria precipitar demais lançar dois garotos de uma vez.. Jogador jovem você tem que lançar aos poucos. O Luís ajudou muito, é um brigador e fiquei muito feliz com a atuação dele. O Farias entrou em um momento em que o (técnico corintiano Paulo César) Carpegiani tirou o (lateral-direito) Pedro e eu quis explorar aquele lado do campo. É um começo ainda, mas foi um bom começo”, comentou o treinador.
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“Eu fiquei surpreso quando fui chamado pelo professor Caio Júnior para o time profissional. Realmente não esperava e fiquei muito contente com a oportunidade”, admite Bruno, que estava no Internacional antes de chegar ao Parque Antártica. “Acabou meu contrato lá e, como minha família é do interior de São Paulo, optei por vir para o Palmeiras”, conta.
O meia diz que não ficou nervoso quando foi chamado pelo técnico Caio Júnior para fazer o aquecimento. “Mas, como fiquei uns dez minutos aquecendo até entrar, veio um monte de coisa na cabeça, desde quando eu jogava na infância”, lembra.
“Comecei a olhar o estádio, senti a responsabilidade de um clássico, em que o Palmeiras estava ganhando e não poderia deixar escapar o resultado. Veio um frio na barriga, mas aí pensei: ‘Essa é a minha hora’. Entrei em campo confiante”, completa.
E, por pouco, Bruno não saiu jogando como titular. O técnico Caio Júnior revelou que tinha uma dúvida tática entre o meia e o volante Wendel e acabou optando pelo segundo quando soube que o atacante Max não teria condições de jogo e, com isso, o jovem Luís seria o titular.
“Talvez seria precipitar demais lançar dois garotos de uma vez.. Jogador jovem você tem que lançar aos poucos. O Luís ajudou muito, é um brigador e fiquei muito feliz com a atuação dele. O Farias entrou em um momento em que o (técnico corintiano Paulo César) Carpegiani tirou o (lateral-direito) Pedro e eu quis explorar aquele lado do campo. É um começo ainda, mas foi um bom começo”, comentou o treinador.
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