Em 2003, ambos estavam disputando o calvário da Segunda Divisão. Quatro anos depois, Botafogo e Palmeiras mostram estar totalmente recuperados e comprovam no duelo desta quinta-feira, às 20h30 (de Brasília), no Maracanã, que o pesadelo de outros tempos pode culminar com um momento de alegria no final do ano.
Se no primeiro turno a situação mostrava os carioca na liderança e um Verdão brigando para escapar das últimas posições, agora, nesta 24ª rodada, a dos dois clubes é por uma vaga na Libertadores. O Fogão caiu de produção e atualmente segura a quarta colocação com 38 pontos, dois a menos que o Palmeiras, o sexto.
A meta pelos lados do Parque Antártica é vencer e entrar de vez na zona de classificação à competição sul-americana. Até porque o sonho de título, que chegou a ser uma possibilidade real ao Verdão, está descartado após a seqüência de duas derrotas consecutivas.
“Encaramos esse jogo como uma decisão. Se tivéssemos vencido o Cruzeiro, estaríamos em segundo. A gente vencendo esse jogo e os outros resultados ajudando, continuamos firmes na briga para entrar na zona da Libertadores. Não tem nada de abaixar a cabeça não. Perdemos, poderíamos estar sentidos, mas estamos motivados em conseguir um bom resultado diante do Botafogo”, destacou o meia Martinez.
Para a partida, o técnico Caio Júnior teve problemas para definir o time do Palmeiras. O chileno Valdívia, grande astro da equipe, ainda sente a contusão nas costas e acabou poupado pela comissão. Para piorar a vida de Martinez, os volantes Pierre e Makelele cumprem suspensão automática, detonando assim todo o entrosamento do meio-campo.
A solução foi promover as entradas de Paulo Sérgio na lateral direita, jogando Wendel para o meio ao lado de Francis. O garoto Deyvid, recuperado de lesão muscular, substitui ‘El Mago’. “Não vai ter problema nenhum de entrosamento. Eu conheço os jogadores e a forma como a equipe vinha jogando vai ser mantida. A torcida pode confiar na gente, ter a certeza de que vamos atrás do resultado e terminar entre os primeiros”, prometeu o camisa 25.
Alguns fatores ajudam o Verdão no Rio. A equipe jamais sofreu mais de duas derrotas consecutivas na edição deste ano, tem apenas um revés nos seis jogos realizados no Maracanã desde que foi instituída a fórmula por pontos corridos. E, para a alegria da torcida, não perde para o Botafogo desde 2002.
Cuca, o técnico alvinegro, mostra-se ciente do ambiente favorável ao Palmeiras e conversou com seus jogadores para pedir o máximo de empenho dentro de campo. Para ele, o jogo é considerado chave na briga por uma vaga na Libertadores. Assim como no rival paulista, o treinador considera que a partir deste duelo a sua equipe passa a ter um novo foco, deixando o título de lado e se concentrando na luta para disputar a principal competição sul-americana em 2008.
“Claro que a gente ainda sonha em conquistar o título, mas não podemos ficar lamentando a distância para o São Paulo e perdendo a concentração, senão daqui a pouco não estaremos nem entre os quatro primeiros colocados. Precisamos estar focados no Palmeiras, que é um concorrente direto e se ganharmos abriremos vantagem”, disse Cuca.
Para este jogo, Cuca continua com problemas para armar o time. O volante Túlio e o lateral-esquerdo Luciano Almeida seguem suspensos pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O meia Zé Roberto está vetado por causa de uma lesão no braço direito. Já o volante Diguinho e o atacante Jorge Henrique cumprirão suspensão por causa do terceiro cartão amarelo recebido contra o Grêmio.
Com isso, o treinador armou o time com três zagueiros e dois volantes, estratégia possibilitada pela volta de Juninho e de Leandro Guerreiro, que cumprirão suspensão no Sul, e pela estréia do volante Coutinho. Na ala esquerda, Athirson ganha nova oportunidade, enquanto Reinaldo formará dupla de frente com Dodô.
Se no primeiro turno a situação mostrava os carioca na liderança e um Verdão brigando para escapar das últimas posições, agora, nesta 24ª rodada, a dos dois clubes é por uma vaga na Libertadores. O Fogão caiu de produção e atualmente segura a quarta colocação com 38 pontos, dois a menos que o Palmeiras, o sexto.
A meta pelos lados do Parque Antártica é vencer e entrar de vez na zona de classificação à competição sul-americana. Até porque o sonho de título, que chegou a ser uma possibilidade real ao Verdão, está descartado após a seqüência de duas derrotas consecutivas.
“Encaramos esse jogo como uma decisão. Se tivéssemos vencido o Cruzeiro, estaríamos em segundo. A gente vencendo esse jogo e os outros resultados ajudando, continuamos firmes na briga para entrar na zona da Libertadores. Não tem nada de abaixar a cabeça não. Perdemos, poderíamos estar sentidos, mas estamos motivados em conseguir um bom resultado diante do Botafogo”, destacou o meia Martinez.
Para a partida, o técnico Caio Júnior teve problemas para definir o time do Palmeiras. O chileno Valdívia, grande astro da equipe, ainda sente a contusão nas costas e acabou poupado pela comissão. Para piorar a vida de Martinez, os volantes Pierre e Makelele cumprem suspensão automática, detonando assim todo o entrosamento do meio-campo.
A solução foi promover as entradas de Paulo Sérgio na lateral direita, jogando Wendel para o meio ao lado de Francis. O garoto Deyvid, recuperado de lesão muscular, substitui ‘El Mago’. “Não vai ter problema nenhum de entrosamento. Eu conheço os jogadores e a forma como a equipe vinha jogando vai ser mantida. A torcida pode confiar na gente, ter a certeza de que vamos atrás do resultado e terminar entre os primeiros”, prometeu o camisa 25.
Alguns fatores ajudam o Verdão no Rio. A equipe jamais sofreu mais de duas derrotas consecutivas na edição deste ano, tem apenas um revés nos seis jogos realizados no Maracanã desde que foi instituída a fórmula por pontos corridos. E, para a alegria da torcida, não perde para o Botafogo desde 2002.
Cuca, o técnico alvinegro, mostra-se ciente do ambiente favorável ao Palmeiras e conversou com seus jogadores para pedir o máximo de empenho dentro de campo. Para ele, o jogo é considerado chave na briga por uma vaga na Libertadores. Assim como no rival paulista, o treinador considera que a partir deste duelo a sua equipe passa a ter um novo foco, deixando o título de lado e se concentrando na luta para disputar a principal competição sul-americana em 2008.
“Claro que a gente ainda sonha em conquistar o título, mas não podemos ficar lamentando a distância para o São Paulo e perdendo a concentração, senão daqui a pouco não estaremos nem entre os quatro primeiros colocados. Precisamos estar focados no Palmeiras, que é um concorrente direto e se ganharmos abriremos vantagem”, disse Cuca.
Para este jogo, Cuca continua com problemas para armar o time. O volante Túlio e o lateral-esquerdo Luciano Almeida seguem suspensos pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O meia Zé Roberto está vetado por causa de uma lesão no braço direito. Já o volante Diguinho e o atacante Jorge Henrique cumprirão suspensão por causa do terceiro cartão amarelo recebido contra o Grêmio.
Com isso, o treinador armou o time com três zagueiros e dois volantes, estratégia possibilitada pela volta de Juninho e de Leandro Guerreiro, que cumprirão suspensão no Sul, e pela estréia do volante Coutinho. Na ala esquerda, Athirson ganha nova oportunidade, enquanto Reinaldo formará dupla de frente com Dodô.
FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO x PALMEIRAS
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 6 de setembro de 2007, quinta-feira
Horário: 20h30 (de Brasília)
Árbitro: Sérgio da Silva Carvalho (DF)
Assistentes: Renato Miguel Vieira (DF) e Marcelo Bertanha Barison (RS)
BOTAFOGO: Max; Alex, Juninho e Renato Silva; Joilson, Leandro Guerreiro, Coutinho, Lucio Flavio e Athirson; Reinaldo e Dodô
Técnico: Cuca
PALMEIRAS: Diego Cavalieri; Paulo Sérgio, Nen, Gustavo e Leandro; Francis, Wendel, Martinez e Deyvid; Luiz Henrique e Edmundo
Técnico: Caio Júnior