Assim como aconteceu na Taça Guanabara do ano passado, o Botafogo volta a encarar uma surpresa na decisão de um dos turnos do Campeonato Carioca. Neste domingo, o adversário será a Cabofriense e a final será a da Taça Rio para definir quem enfrenta o Flamengo, vencedor da Taça Guanabara, na grande decisão. A primeira partida está marcada para às 16 horas, no Maracanã.
Os dois times garantiram nas cobranças de pênaltis a vaga nesta decisão. Os botafoguenses superaram o Vasco na quarta-feira, após empate por 4 x 4 no tempo normal. Já a equipe da Região dos Lagos ficou no 1 x 1 com o Volta Redonda antes de vencer nas penalidades. O segundo jogo da final será também no Maracanã, no próximo domingo.
O técnico do Botafogo, Cuca, admitiu que sua equipe é a grande favorita diante da Cabofriense. O treinador, porém, considera que este fato faz do duelo contra o time da Região dos Lagos mais complicado do que qualquer clássico. Ele espera mais emoção até mesmo do que na semifinal contra o Vasco.
“O Botafogo é o grande favorito nesta decisão porque tem mais tradição. Mas isso torna o jogo muito mais complicado para nós do que um clássico, por exemplo, onde qualquer time é apontado como vencedor. Se ganharmos vão dizer que não fizemos mais do que a nossa obrigação. Do contrário, vão falar que demos vexame porque perdemos de um time pequeno”, analisou o comandante.
O treinador acredita que a qualidade da Cabofriense será um complicador para o Botafogo, além do fato de considerar que sua equipe está mais desgastada que o rival. “A Cabofriense é um time de muita qualidade e provou isso chegando a essa final. Além disso, está mais descansado, pois só joga o Estadual, enquanto o Botafogo também tem pela frente a Copa do Brasil. Soma-se a isso a pressão que é toda para o nosso lado. Em 2005, por exemplo, o Fluminense era favorito absoluto contra o Volta Redonda e teve muitas dificuldades para se sagrar campeão carioca”, disse.
Para este jogo o Botafogo entrará em campo desfalcado. O lateral-esquerdo Luciano Almeida foi suspenso em julgamento realizado no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-RJ) por causa de sua expulsão contra o América. Iran ocupará o setor. Já o volante Túlio, expulso contra o Vasco, cede sua vaga a Diguinho.
Pelo lado da Cabofriense, o técnico Waldemar Lemos não poderá contar com o zagueiro Éverton, expulso contra o Volta Redonda. Leandro Amaro será seu substituto. Em compensação, o atacante Marcelinho, que vem jogando mais recuado, como homem de ligação, volta de suspensão e ocupará a vaga de Leandro.
“Isso vai permitir que eu tenha mais opções de jogada do que contra o Volta Redonda, pois o Marcelinho é um jogador diferenciado, de muita qualidade e que está mudando a sua forma de jogar. Com certeza ele vai nos ajudar a criar muitos problemas para o Botafogo”, ressaltou Lemos, que é a grande motivação do elenco. Quando o técnico assumiu o time, a Cabofriense tinha apenas um ponto conquistado e lutava contra o rebaixamento.
“O Waldemar é uma pessoa muito especial e foi muito importante para o nosso grupo, pois acreditou no potencial do nosso time e agora estamos colhendo esse fruto que foi plantado por ele no período de treinos antes da Taça Rio”, explicou o volante Marcão, que espera sair novamente vencedor do Maracanã.
FICHA TÉCNICA – CABOFRIENSE X BOTAFOGO
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 15 de abril de 2007, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Vágner Rosa
Assistentes: João Luís Ribeiro Guimarães e José Orlando Gomes
CABOFRIENSE: Gatti; Oziel, Leandro Amaro, Cléberson e Júlio César; Marcão, Marcos Marins, Ruy e Marcelinho; Zé Carlos e William
Técnico: Waldemar Lemos
BOTAFOGO: Júlio César; Joílson, Juninho, Alex e Iran; Leandro Guerreiro, Diguinho, Lucio Flavio e Zé Roberto; Jorge Henrique e Dodô
Técnico: Cuca
Os dois times garantiram nas cobranças de pênaltis a vaga nesta decisão. Os botafoguenses superaram o Vasco na quarta-feira, após empate por 4 x 4 no tempo normal. Já a equipe da Região dos Lagos ficou no 1 x 1 com o Volta Redonda antes de vencer nas penalidades. O segundo jogo da final será também no Maracanã, no próximo domingo.
O técnico do Botafogo, Cuca, admitiu que sua equipe é a grande favorita diante da Cabofriense. O treinador, porém, considera que este fato faz do duelo contra o time da Região dos Lagos mais complicado do que qualquer clássico. Ele espera mais emoção até mesmo do que na semifinal contra o Vasco.
“O Botafogo é o grande favorito nesta decisão porque tem mais tradição. Mas isso torna o jogo muito mais complicado para nós do que um clássico, por exemplo, onde qualquer time é apontado como vencedor. Se ganharmos vão dizer que não fizemos mais do que a nossa obrigação. Do contrário, vão falar que demos vexame porque perdemos de um time pequeno”, analisou o comandante.
O treinador acredita que a qualidade da Cabofriense será um complicador para o Botafogo, além do fato de considerar que sua equipe está mais desgastada que o rival. “A Cabofriense é um time de muita qualidade e provou isso chegando a essa final. Além disso, está mais descansado, pois só joga o Estadual, enquanto o Botafogo também tem pela frente a Copa do Brasil. Soma-se a isso a pressão que é toda para o nosso lado. Em 2005, por exemplo, o Fluminense era favorito absoluto contra o Volta Redonda e teve muitas dificuldades para se sagrar campeão carioca”, disse.
Para este jogo o Botafogo entrará em campo desfalcado. O lateral-esquerdo Luciano Almeida foi suspenso em julgamento realizado no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-RJ) por causa de sua expulsão contra o América. Iran ocupará o setor. Já o volante Túlio, expulso contra o Vasco, cede sua vaga a Diguinho.
Pelo lado da Cabofriense, o técnico Waldemar Lemos não poderá contar com o zagueiro Éverton, expulso contra o Volta Redonda. Leandro Amaro será seu substituto. Em compensação, o atacante Marcelinho, que vem jogando mais recuado, como homem de ligação, volta de suspensão e ocupará a vaga de Leandro.
“Isso vai permitir que eu tenha mais opções de jogada do que contra o Volta Redonda, pois o Marcelinho é um jogador diferenciado, de muita qualidade e que está mudando a sua forma de jogar. Com certeza ele vai nos ajudar a criar muitos problemas para o Botafogo”, ressaltou Lemos, que é a grande motivação do elenco. Quando o técnico assumiu o time, a Cabofriense tinha apenas um ponto conquistado e lutava contra o rebaixamento.
“O Waldemar é uma pessoa muito especial e foi muito importante para o nosso grupo, pois acreditou no potencial do nosso time e agora estamos colhendo esse fruto que foi plantado por ele no período de treinos antes da Taça Rio”, explicou o volante Marcão, que espera sair novamente vencedor do Maracanã.
FICHA TÉCNICA – CABOFRIENSE X BOTAFOGO
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 15 de abril de 2007, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Vágner Rosa
Assistentes: João Luís Ribeiro Guimarães e José Orlando Gomes
CABOFRIENSE: Gatti; Oziel, Leandro Amaro, Cléberson e Júlio César; Marcão, Marcos Marins, Ruy e Marcelinho; Zé Carlos e William
Técnico: Waldemar Lemos
BOTAFOGO: Júlio César; Joílson, Juninho, Alex e Iran; Leandro Guerreiro, Diguinho, Lucio Flavio e Zé Roberto; Jorge Henrique e Dodô
Técnico: Cuca