Enquanto o Inter conta os dias para o seu centenário, em 4 de abril, o defensor Bolívar pode estar com seus dias contados no Beira-Rio. O jogador está emprestado ao clube pelo Monaco até 30 de junho. Ao fim do acordo, o destino do atleta deverá ser o Shaktar Donetsk, da Ucrânia.
Segundo o jornal Zero Hora, franceses e ucranianos já conversam sobre os valores da transferência do atleta, o que dificulta uma negociação do Inter com o Monaco. Para os gaúchos resta uma saída: pagar a rescisão de contrato de Bolívar estipulada em 3 milhões de euros (em torno de R$ 9 milhões). Porém, este valor é considerado alto demais pela direção.
“Sempre soubemos que o preço seria um complicador para a permanência. Nós o trouxemos sem custos no ano passado. Quando contratamos Arílton e Danilo Silva, já pensávamos numa reposição”, explicou o vice-de-futebol Fernando Carvalho.
Bolívar quer seguir no Inter, mas está ciente das dificuldades para sua permanência. No momento, o mais importante é que seu futuro seja definido o quanto antes. Esta é a segunda passagem do zagueiro/lateral pelo Colorado. Na primeira, ele fez parte do grupo que conquistou a Copa Libertadores, em 2006. Logo após o título, Bolívar foi negociado com o Mônaco.