O presidente da Fifa Joseph Blatter voltou a criticar a presença maciça de jogadores estrangeiros nas equipes européias. O dirigente suíço, que está na Malásia para participar de uma cerimônia de premiação regional, tem um projeto que obrigaria os clubes a escalarem no mínimo seis atletas de seu país em cada partida.
“Recentemente estive na Itália para assistir ao jogo entre Juventus e Inter de Milão. Enquanto a Inter tinha apenas três jogadores europeus, entre os quais nenhum era italiano, a Juve contava com seis atletas da Itália”, reclamou o mandatário da entidade máxima do futebol.
Para reverter este problema, Blatter espera por um novo tratado da União Européia, que, pela primeira vez, dará ao esporte um tratamento diferente em relação às leis trabalhistas do continente.
“A Contistituição da União Européia não trata das leis trabalhistas no esporte, mas eles vão mencionar isto quando mudarem as leis em dezembro’, garantiu. “Há um número grande de processos que visam diminuir o exagerado número de jogadores estrangeiros nos torneios de clubes”.
Blatter aproveitou para defender o fim do rodízio de continentes das sedes das Copas do Mundo, anunciado pela Fifa na última semana, e festejou a quantidade de países que pretendem lutar para receber o evento em 2018.
“Isto significa que o futebol é um produto maravilhoso. A Copa do Mundo é um evento maravilhoso e consegue mais audiência na televisão do que os Jogos Olímpicos”, concluiu.
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Para reverter este problema, Blatter espera por um novo tratado da União Européia, que, pela primeira vez, dará ao esporte um tratamento diferente em relação às leis trabalhistas do continente.
“A Contistituição da União Européia não trata das leis trabalhistas no esporte, mas eles vão mencionar isto quando mudarem as leis em dezembro’, garantiu. “Há um número grande de processos que visam diminuir o exagerado número de jogadores estrangeiros nos torneios de clubes”.
Blatter aproveitou para defender o fim do rodízio de continentes das sedes das Copas do Mundo, anunciado pela Fifa na última semana, e festejou a quantidade de países que pretendem lutar para receber o evento em 2018.
“Isto significa que o futebol é um produto maravilhoso. A Copa do Mundo é um evento maravilhoso e consegue mais audiência na televisão do que os Jogos Olímpicos”, concluiu.
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