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Futebol

Batido pelo Red Bull na rodada passada, Verdão se recupera

Arquivo Geral

05/04/2015 8h00

A derrota para o Red Bull na última rodada abateu o time do Palmeiras, segundo o próprio técnico Oswaldo de Oliveira. Isso porque o objetivo do Alviverde era terminar a primeira fase do Campeonato Paulista com a melhor campanha entre os 20 clubes. Ontem, no entanto, a resposta foi dada. 

Com o velocista Dudu inspirado, o Palmeiras não teve trabalho para bater o Mogi Mirim, por 3 x 1, em casa. A partida foi resolvida ainda na primeira etapa, quando o time alviverde marcou os três gols. 

Com o placar já construído, os jogadores pendurados aproveitaram para “forçar” o terceiro cartão amarelo. Isso porque eles irão desfalcar o time na última rodada e estarão livres para a fase de mata-mata. 

O único que não se deu bem com essa tática foi o zagueiro Vitor Hugo. Ele recebeu dois cartões no jogo e, consequentemente, foi expulso.

“Tínhamos alguns jogadores pendurados, infelizmente o Vitor Hugo tomou o cartão vermelho, mas é isso aí. A equipe se comportou bem”, amenizou Dudu

Com o resultado, o Palmeiras chegou aos 30 pontos e tem, hoje, a segunda melhor campanha geral. 

Na próxima rodada, o Alviverde encara o Ituano, fora de casa, na quarta-feira. Já o Mogi Mirim segue em terceiro lugar do Grupo 1, sem chances de classificação. 

Mago

Além da vitória maiúscula sobre o Mogi Mirim, o torcedor do Palmeiras pôde comemorar também o retorno do ídolo Valdivia. 

Após quatro meses de intensivos no departamento médico, o chileno voltou a atuar com a camisa do time paulista. Esta, aliás, foi a primeira partida do Mago no ano – ele chegou a ser relacionado para jogos da seleção chilena, mas não entrou em campo. 

Assim como os torcedores, os jogadores aprovaram a volta de Valdivia. “Ele é um jogador de qualidade, ídolo da torcida e queremos ele 100%”, afirmou Dudu.

Um dos que pode ganhar com a qualidade no passe do chileno, Rafael Marques também deu sua opinião. “Importância (de Valdivia) não preciso nem falar. Vocês veem a qualidade que ele tem, quando consegue segurar a bola, trabalhar a bola, mas é óbvio que ainda não está preparado.”

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