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Agora, o time de Givanildo Oliveira pode até perder por três gols de diferença na Arena da Baixada que fica com a vaga. Se marcar uma vez, o Furacão terá de vencer por 5 x 1 e assim por diante.
O time baiano demorou apenas quatro minutos para mostrar sua força em casa. Em uma bobeira da zaga atleticana, o atacante Joãozinho apareceu em boas condições na entrada da área e bateu sem chances para o goleiro Cleber. A bola ainda tocou na trave esquerda antes de ir às redes.
O Furacão sentiu o golpe e viu um animado Vitória crescer ainda mais na partida. Aos 16 minutos, Índio arriscou e exigiu excelente defesa de Cléber. Na seqüência do lance, porém, não teve jeito. Índio cruzou na área e Jean mandou de cabeça para o fundo do gol.
Com dois gols de desvantagem, a equipe paranaense se lançou ao ataque e chegou perto de diminuir o placar em pelo menos três oportunidades, com Evandro, Alex Mineiro e Jancarlos. A postura ofensiva dava a oportunidade dos contra-ataques ao Vitória, tornando o jogo bastante movimentado.
Empurrados pela torcida, os baianos eram muito mais perigosos e mais eficientes. Tanto que Índio ampliou o marcador em cobrança de falta aos 37 minutos e complicou ainda mais a vida dos comandados de Osvaldo Alvarez. Alan Bahia quase diminuiu aos 43, mas o primeiro tempo terminou mesmo em 3 x 0.
Para a segunda etapa, o técnico Vadão manteve a mesma equipe que iniciou a partida, enquanto Givanildo de Oliveira optou por mexer no meio-campo, com a entrada de Luis Carlos Capixaba na vaga de Cléber. E quem se deu bem foi o Vitória, que marcou o quarto aos cinco minutos com Joãozinho.
Depois, coube aos donos da casa cadenciarem o rito de jogo e administrar o resultado, enquanto os paranaenses tentavam desesperadamente e desordenadamente diminuir a desvantagem, sem sucesso.
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