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Atlético de Madrid analisa adversário alemão como ?difícil’

Após o sorteio dos confrontos das oitavas de final da Liga dos Campeões, nesta segunda-feira, o Atlético de Madrid descobriu seu próximo adversário na competição: o alemão Bayer Leverkusen. Apesar da empolgação em torno dos confrontos, o capitão do Atlético, Gabriel Fernández, tenta se concentrar na partida, a ser disputada em 25 de fevereiro de 2015, antes de pensar nas fases posteriores. “A equipe tem muita confiança em seu trabalho, mas vamos esperar as eliminatórias chegarem”, disse.

“Acho que as equipes alemães são equipes que competem muito bem, vai ser muito complicado. Em fevereiro, quando as eliminatórias começarem veremos se a vitória será acessível ou não. Não subestimamos ninguém nos últimos três anos e não faremos isso agora”, explicou o capitão em um evento beneficente na Espanha. Questionado sobre a possibilidade de disputar uma final novamente, como na temporada passada, contra o Real Madrid, Fernández preferiu não se adiantar.

“Primeiro temos que ganhar do Leverkusen, depois são mata-matas em que só encontraremos equipes muito poderosas, mas, primeiro, precisamos passar pelo Leverkusen, o que será muito difícil”, explicou o jogador. “Os alemães jogam um belo futebol e serão difíceis de se enfrentar”, completou.

De acordo com o jornal Marca, da Espanha, o diretor do Atlético de Madrid, Clemente Villaverde, também vê o Bayer como um rival difícil de se lidar. A princípio, de acordo com Villaverde, o Atlético é favorito para seguir na competição. No entanto, a equipe precisará manter o pé no chão para vencer o adversário alemão.

“De fácil (o jogo) não tem nada. Conhecemos o Bayer muito bem. Tivemos a oportunidade de nos enfrentar na Liga Europa. Temos uma boa relação e sabemos de seu potencial. Fácil não será de maneira alguma. Temos que ter respeito para enfrentar as partidas e ter êxito. Sempre seguimos respeitando muito a todas as equipes antes mesmo de jogarmos contra elas. É o que temos que fazer para conseguir seguir adiante”, explicou.

Ainda assim, o gerente deixou claro que o objetivo do Atlético é repetir o feito da temporada passada. “Se chegar o dia em que não tivermos sonhos e ilusões, então devemos nos dedicar a outra coisa. O futebol tem que estar impregnado nessas condições, com a ilusão e a vontade de melhorar. Sem isso, não servimos para estar aqui. Precisamos manter isso”, disse ele.

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