Depois da derrota para o Atlético-MG na quinta rodada do Campeonato Brasileiro, o São Paulo esboçou uma crise, ainda mais depois da eliminação na Copa Libertadores e no Campeonato Paulista. Mas a vitória por 2 a 0 sobre o Vasco, na última rodada, parece ter trazido a tranqüilidade de volta ao Tricolor Paulista. Quem garante isso são os próprios jogadores.
“O clima melhorou muito depois do jogo contra o Vasco, está totalmente diferente. O clima está mais feliz, pois estávamos muito tristes depois da derrota para o Atlético-MG. Está todo mundo alegre. Uma derrota, ainda mais em um clássico, pode voltar todo aquele clima ruim de novo, por isso não estamos pensando em outro resultado que não seja a vitória”, explicou o zagueiro Breno.
Já o técnico Muricy Ramalho, apesar de negar a possibilidade de crise, assume que o clima melhora após vitórias. “A vida é assim, não existe crise. É ou felicidade ou tristeza. Precisamos acabar com essa história de crise, que para mim, é confusão, é time que não paga em dia, é jogador que não respeita hierarquia. Temos que ter calma e parar de ficar ‘chutando’ sobre o ambiente dos times.”
“Na vitória e na derrota, o trabalho continua o mesmo, mas é claro que o lugar fica bem mais contente depois de um bom resultado”, concluiu o treinador são-paulino, que ainda nesta terça-feira, começa a preparar o time do São Paulo para o clássico deste domingo, contra o Santos, na Vila Belmiro.
< !--/hotwords -- >“O clima melhorou muito depois do jogo contra o Vasco, está totalmente diferente. O clima está mais feliz, pois estávamos muito tristes depois da derrota para o Atlético-MG. Está todo mundo alegre. Uma derrota, ainda mais em um clássico, pode voltar todo aquele clima ruim de novo, por isso não estamos pensando em outro resultado que não seja a vitória”, explicou o zagueiro Breno.
Já o técnico Muricy Ramalho, apesar de negar a possibilidade de crise, assume que o clima melhora após vitórias. “A vida é assim, não existe crise. É ou felicidade ou tristeza. Precisamos acabar com essa história de crise, que para mim, é confusão, é time que não paga em dia, é jogador que não respeita hierarquia. Temos que ter calma e parar de ficar ‘chutando’ sobre o ambiente dos times.”
“Na vitória e na derrota, o trabalho continua o mesmo, mas é claro que o lugar fica bem mais contente depois de um bom resultado”, concluiu o treinador são-paulino, que ainda nesta terça-feira, começa a preparar o time do São Paulo para o clássico deste domingo, contra o Santos, na Vila Belmiro.