Único setor que transmitia pouca confiança ao técnico Zetti, o ataque do Atlético-MG embalou de vez no Campeonato Brasileiro. Com a goleada de 4 x 1 sobre o Figueirense e os tentos de Paulo Henrique, Danilinho e Éder Luís, os homens de frente do Galo mostram que os treinamentos de Zetti fizeram a diferença.
“Recebi várias críticas, que eu não sabia fazer gols. Acho que na hora mais difícil, é bom que isso mostra para as pessoas que a crítica não vem abater qualquer jogador”, desabafou Danilinho, enquanto deixava o gramado do Mineirão, mostrando claramente que as cobranças públicas por uma reação pesaram.
Até o duelo contra os catarinenses, apenas o jovem Paulo Henrique havia marcado anteriormente, na vitória de 1 x 0 sobre o São Paulo, em pleno Morumbi. O segundo gol pelos profissionais do Galo, o primeiro no Mineirão, emocionou a nova promessa alvinegra. “Fiquei muito feliz pelo carinho que a torcida demonstrou por mim e espero continuar fazendo gols para ajudar o Atlético a conquistar mais vitórias e deixar a torcida feliz”, destacou.
Mais calmo que Danilinho, Éder Luís preferiu agradecer os passes açucarados de Galvão. Em dia inspirado, o centroavante deu duas assistências perfeitas, responsáveis diretas por dois gols. “O professor pediu uma movimentação melhor, e o Galvão foi feliz. Ele me premiou com um gol e eu estava bem colocado. É isso aí, o grupo tem muito a crescer. Eu me senti mais à vontade em campo e fiquei feliz, pois o Zetti me deu a oportunidade de conversar e me deu a chance de jogar como eu gosto”, assegurou.
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Até o duelo contra os catarinenses, apenas o jovem Paulo Henrique havia marcado anteriormente, na vitória de 1 x 0 sobre o São Paulo, em pleno Morumbi. O segundo gol pelos profissionais do Galo, o primeiro no Mineirão, emocionou a nova promessa alvinegra. “Fiquei muito feliz pelo carinho que a torcida demonstrou por mim e espero continuar fazendo gols para ajudar o Atlético a conquistar mais vitórias e deixar a torcida feliz”, destacou.
Mais calmo que Danilinho, Éder Luís preferiu agradecer os passes açucarados de Galvão. Em dia inspirado, o centroavante deu duas assistências perfeitas, responsáveis diretas por dois gols. “O professor pediu uma movimentação melhor, e o Galvão foi feliz. Ele me premiou com um gol e eu estava bem colocado. É isso aí, o grupo tem muito a crescer. Eu me senti mais à vontade em campo e fiquei feliz, pois o Zetti me deu a oportunidade de conversar e me deu a chance de jogar como eu gosto”, assegurou.