Há 22 dias o meia Kaká estreou na Major League Soccer pelo Orlando City, no empate em 1 x 1 contra o New York City. Após quatro rodadas na principal liga de futebol dos Estados Unidos, o brasiliense faz um balanço do que já viveu no período e projeta bons frutos ao clube.
No sábado, o camisa 10 voltou a ser protagonista ao dar uma assistência e arrancar um empate contra o Montreal Impact, depois de sua equipe estar perdendo por 2 x 0.
Kaká espera repetir o sucesso que jogadores como Thierry Henry (ex-New York Red Bulls) e David Beckham (Los Angeles Galaxy) tiveram na MLS, aumentando as receitas dos times com vendas, a audiência do esporte na televisão e internet e o interesse da população pelo esporte.
“Desenvolver o futebol aqui, onde o esporte é um negócio tão importante, é meu grande desafio. Ver um time nascer para a liga, em um projeto inovador e profissional é poder fazer parte de algo histórico e isso me motiva, sem dúvidas”, disse ao Jornal de Brasília.
Passo a passo
Até o final da temporada, Kaká e seus companheiros vão ter mais 30 rodadas para provar que os investimentos feitos pela equipe da Flórida valeram a pena.
Doze das 20 equipes que disputam a primeira fase, avançam aos mata-matas. O astro da Flórida, inclusive, deseja que o crescimento do time ocorra de forma coerente e gradativa.
“Acho ótimo ter objetivos a curto, médio e longo prazo. Esse (buscar o título) é um objetivo que a longo prazo podemos alcançar. No momento queremos fazer uma boa campanha nessa fase”, completa o jogador de 32 anos.
Público surpreende o astro
Mais de 62 mil pessoas assistiram a estreia de Kaká no Citrus Bowl, em Orlando. No segundo jogo em casa, foram 31 mil pagantes. Os números provam que o apetite do norte-americano pelo esporte não é passageiro.
“Agora, é possível confirmar em números o que sentimos dentro de campo, a vibração do torcedor. Em casa tivemos públicos de 62 mil na estreia e 31 mil no ultimo jogo. São números impressionantes e a festa da torcida é imensa”, surpreende-se.
De fato, o interesse é crescente. Restam poucas entradas para os cinco próximos jogos da equipe em casa. Até para o “clássico” contra o New York City, fora de casa, em 26 de julho, há poucos bilhetes restantes.