O presidente da Comissão Nacional de Árbitros, Édson Rezende, anunciou na manhã desta quinta-feira que a assistente Ana Paula de Oliveira será afastada, pelo menos, por três rodada do Campeonato Brasileiro por causa de sua atuação na vitória de 3 a 1 do Botafogo sobre o Figueirense no confronto de volta das semifinais da Copa do Brasil. Apesar do triunfo, o Glorioso foi eliminado. Na partida, Ana anulou dois polêmicos gols do time carioca, alegando impedimento.
“A Ana Paula ficará pelo menos três rodadas afastada para se reciclar e voltar melhor. Sempre trabalhamos para que o árbitro não erre ou, quando erre, não influencie no resultado. Como todo profissional que erra, o árbitro também precisa treinar mais e por isso que ela será afastada”, disse Édson.
O dirigente considerou os erros de Ana Paula como determinantes para a eliminação do Botafogo. “É claro que não tem como definir de forma diferente a atuação da Ana Paula. Não foi uma atuação feliz. Ela teve dois lances que acabaram determinando sérios prejuízos ao Botafogo. Principalmente o primeiro gol anulado, em que o atleta estava claramente em posição legal. No segundo erro também considero que não havia impedimento, mas foi bem interpretativo. A gente fica triste, porque nesta fase da Copa do Brasil erros de arbitragem definem resultados”, disse Édson.
Édson disse que Ana Paula não reconheceu os erros na partida, admitindo apenas estar mal localizada no primeiro lance polêmico. “Conversei com ela e ela reconhece que no primeiro pode ter havido erro por estar mal localizada. Mas no segundo lance ela considera que realmente houve impedimento por uma questão de interpretação. Para ela, os jogadores do Botafogo que estavam impedidos participaram do lance.”
Édson Rezende reconheceu ainda que o Botafogo vem sendo uma grande vítima dos erros de arbitragem recentemente. “Acho que o Botafogo não é um problema para a arbitragem. É a arbitragem que tem sido um problema para o Botafogo. Mas isso não é premeditado, pois o árbitro quando entra em campo não vê camisa”, afirmou o cartola.
Ana Paula Oliveira, por sua vez, durante as entrevistas considera negando que tenha errado nos lances. Apesar disso garantiu que vai aceitar sem criar problemas a suspensão imposta por Édson Rezende. “Vi e revi o lance por várias vezes e não considero que houve o erro. Mas se o meu presidente entendeu assim vou respeitar a decisão dele e conversar com ele”, analisou a assistente.
Ana Paula disse que não decidiu ainda se vai processar o vice-presidente de futebol do Botafogo, Carlos Augusto Montenegro, pelas ofensas que fez a ela após a partida. O dirigente xingou a assistente.
“A voz do povo é a voz de Deus (Ana Paula foi ofendida pela torcida do Botafogo). Se ela tivesse errado uma vez acreditaria que é porque é ruim. Mas como foi duas vezes, digo que é mal-intencionada. Talvez estivesse naqueles dias. O Figueirense não contou com o zagueiro Chicão (suspenso), mas teve a Ana Paula em seu lugar. Ela nos proporcionou um prejuízo de R$ 2,5 milhões com essa eliminação e não chegará mais perto do Botafogo. Nunca vi uma mulher trabalhar em jogos de Copa do Mundo e de Copa dos Campeões. Precisamos de uma operação navalha no futebol”, disse Montenegro.
Ana respondeu de forma mais tranqüila. “Tomei conhecimento do que o Montenegro falou e lamento muito. Ainda não me decidi sobre como proceder. Vou conversa com o Édson Rezende sobre o fato”, afirmou a assistente. No Campeonato Paulista deste ano, Ana Paula já fora afastada pelo mesmo motivo após anular um gol regular do Santos no clássico contra o São Paulo, pela primeira fase. Na época, a assistente pediu desculpas pelo erro e teve de participar de jogos da Série A-2 do Estadual.
“A Ana Paula ficará pelo menos três rodadas afastada para se reciclar e voltar melhor. Sempre trabalhamos para que o árbitro não erre ou, quando erre, não influencie no resultado. Como todo profissional que erra, o árbitro também precisa treinar mais e por isso que ela será afastada”, disse Édson.
O dirigente considerou os erros de Ana Paula como determinantes para a eliminação do Botafogo. “É claro que não tem como definir de forma diferente a atuação da Ana Paula. Não foi uma atuação feliz. Ela teve dois lances que acabaram determinando sérios prejuízos ao Botafogo. Principalmente o primeiro gol anulado, em que o atleta estava claramente em posição legal. No segundo erro também considero que não havia impedimento, mas foi bem interpretativo. A gente fica triste, porque nesta fase da Copa do Brasil erros de arbitragem definem resultados”, disse Édson.
Édson disse que Ana Paula não reconheceu os erros na partida, admitindo apenas estar mal localizada no primeiro lance polêmico. “Conversei com ela e ela reconhece que no primeiro pode ter havido erro por estar mal localizada. Mas no segundo lance ela considera que realmente houve impedimento por uma questão de interpretação. Para ela, os jogadores do Botafogo que estavam impedidos participaram do lance.”
Édson Rezende reconheceu ainda que o Botafogo vem sendo uma grande vítima dos erros de arbitragem recentemente. “Acho que o Botafogo não é um problema para a arbitragem. É a arbitragem que tem sido um problema para o Botafogo. Mas isso não é premeditado, pois o árbitro quando entra em campo não vê camisa”, afirmou o cartola.
Ana Paula Oliveira, por sua vez, durante as entrevistas considera negando que tenha errado nos lances. Apesar disso garantiu que vai aceitar sem criar problemas a suspensão imposta por Édson Rezende. “Vi e revi o lance por várias vezes e não considero que houve o erro. Mas se o meu presidente entendeu assim vou respeitar a decisão dele e conversar com ele”, analisou a assistente.
Ana Paula disse que não decidiu ainda se vai processar o vice-presidente de futebol do Botafogo, Carlos Augusto Montenegro, pelas ofensas que fez a ela após a partida. O dirigente xingou a assistente.
“A voz do povo é a voz de Deus (Ana Paula foi ofendida pela torcida do Botafogo). Se ela tivesse errado uma vez acreditaria que é porque é ruim. Mas como foi duas vezes, digo que é mal-intencionada. Talvez estivesse naqueles dias. O Figueirense não contou com o zagueiro Chicão (suspenso), mas teve a Ana Paula em seu lugar. Ela nos proporcionou um prejuízo de R$ 2,5 milhões com essa eliminação e não chegará mais perto do Botafogo. Nunca vi uma mulher trabalhar em jogos de Copa do Mundo e de Copa dos Campeões. Precisamos de uma operação navalha no futebol”, disse Montenegro.
Ana respondeu de forma mais tranqüila. “Tomei conhecimento do que o Montenegro falou e lamento muito. Ainda não me decidi sobre como proceder. Vou conversa com o Édson Rezende sobre o fato”, afirmou a assistente. No Campeonato Paulista deste ano, Ana Paula já fora afastada pelo mesmo motivo após anular um gol regular do Santos no clássico contra o São Paulo, pela primeira fase. Na época, a assistente pediu desculpas pelo erro e teve de participar de jogos da Série A-2 do Estadual.