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No Dia Mundial do Café, saiba qual a relação da bebida com a Capital Federal

A data homenageia uma das bebidas mais adoradas do mundo: o café! Seja ele carioca, pingado, cappuccino, americano ou expresso, o café é uma paixão mundial

No Dia Mundial do Café, saiba qual a relação da bebida com a Capital Federal

Que o café é uma grande paixão mundial não é novidade, não é à toa que ele tem um dia inteirinho dedicado em homenagem a ele. No ranking, o Brasil aparece como o segundo maior consumidor de café e mesmo com a crise econômica derivada da pandemia por conta da Covid-19, a procura por café aumentou em 1,34% e, segundo a Embrapa, a demanda de sacas do produto em 2021 deve chegar a 25 milhões.

Entre um cafezinho e outro, são consumidas mais de 400 bilhões de xícaras no Brasil. No mundo, o café é a segunda bebida mais consumida, ficando atrás somente da água. Em Brasília, a bebida tem ganhado cada dia mais apreciadores, entre eles a biomédica Rafaela Rabelo que encara a bebida como uma questão de convívio social e não apenas como um alimento.

“O café pra mim começou mais por uma questão social, tomava com meus amigos e comecei a marcar muitas reuniões em cafés por serem ambientes agradáveis, dessa forma começou a fazer parte da minha vida. Depois começou a fazer parte da minha rotina em casa com a minha mãe, começamos a tomar café período da tarde, sentávamos para conversar e tomar café, hoje em dia, tem café pela manhã e pela tarde e ao longo do dia”, conta Rafaela.

A biomédica conta ainda que ao inserir a bebida na sua rotina, percebeu mudanças positivas. “Hoje que entendo mais sobre café, sei que gosto da torra média pra alta, que é aquele café que tem um cheirinho um pouco mais forte, gosto muito de prensa francesa. Percebi bons benefícios na minha rotina, ele me deixa mais ativa, principalmente pela manhã, gosto de tomar café para acordar e outro benefício é a questão da aproximação com as pessoas”, complementa Rafaela.

E ela tem razão, o café, além de ser delicioso, faz muito bem para a saúde. Pollyana Ayub, professora do curso de nutrição do CEUB explica que devido às suas características organolépticas, como para efeito estimulante, o café pode trazer diversos benefícios para quem consome.

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“O café tem efeito protetor para doença de Alzheimer, pelo seu efeito antioxidante; ajuda na depressão por ser um estimulante no humor e na disposição, pode ser que esse efeito esteja associado, também, na ação das enzimas que convertem os neurotransmissores: serotonina e noradrenalina, hormônios que estão associados com bem-estar e disposição. Na questão peso, o café tem efeito termogênico, ou seja, auxilia no metabolismo e na quebra de gordura. Nas doenças cardiovasculares, por possuir flavonóides, influencia positivamente também nesse tipo de doença”, esclarece Pollyana.

Do cultivo até à sua mesa!

Paixão nacional de longa data, o café faz parte do dia a dia e da vida de muitas pessoas. Em Brasília, há 37 anos o Café Export é responsável por levar o produto à casa de muitas pessoas adeptas à bebida. A marca está entre as 15 indústrias mais bem colocadas no ranking das 100 maiores Indústrias de Café Associadas da ABIC. “Nossa história com Brasília é muito forte, desde o início fomos bem acolhidos. Começamos pequenos e com o apoio dos nossos clientes, hoje já somamos 37 anos no mercado de cafeeiros do DF”, conta Fábio Cunha, diretor comercial do grupo.

A história da empresa tem como ponto de partida o ano de 1984, quando o engenheiro civil Antônio Carlos, que já era apaixonado por café, possuindo plantações no Cerrado Mineiro, na cidade de Patrocínio (MG), comprou uma torrefação em Brasília. No início, o jovem usava as folgas do trabalho para vender o produto, uma média de 50kg por semana, que logo se transformava em 12.000 quilos mensais e assim por diante.

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A necessidade de atender consumidores cada vez mais exigentes fez com que a empresa brasiliense ampliasse o seu mix de produtos. “Hoje, nos supermercados, mercearias e panificadoras do DF podem ser encontrados inúmeros itens como: café tradicional, extraforte e cafés especiais, além de cappuccinos, matinais e chocolates em pó. Toda essa produção gerou 200 empregos diretos e estamos muito felizes em nos tornar uma das referências no segmento para o consumidor brasiliense que é apaixonado por café”, pontua Carla Lopes, diretora administrativa do Café Export.






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