Estava na esteira lá no Leblon quando meu personal parou o treino e me mostrou a treta que tomou conta da internet ontem. Luana Piovani, no contexto de criticar a divulgação de apostas online, foi além da polêmica habitual e escreveu publicamente sobre Virginia Fonseca: “a maldição vai colar em você, resvalará nos seus filhos, dinheiro de sangue, endemoniado.” Gente. As crianças têm quatro, três e um ano de idade.
Virginia não deixou barato. Nos stories, anunciou que vai para a Justiça e mandou um “está repreendido em nome do Senhor Jesus Cristo” que ecoou da Zona Norte ao Leblon. Zé Felipe entrou em campo com “não dá” e um emoji de nojo, repostou o desabafo da ex e foi além: jogou o holofote na hipocrisia da internet, aquela figura que aparece com discurso de proteção às mulheres e às crianças e, na prática, lança maldição em cima de bebê alheio.



O ponto de Zé Felipe tem lógica. A Luana construiu uma persona pública de mulher crítica, articulada, defensora de causas. Tudo bem, é direito dela. Mas invocar os filhos de uma criança de um ano numa disputa de adultos sobre propaganda de bet é um movimento que desafia qualquer coerência de discurso. A causa das apostas é legítima e séria. O caminho escolhido é que virou o problema.
As avós das crianças também se manifestaram. Poliana Rocha e Margareth Serrão reagiram publicamente. A família fechou fileira e a pressão nas redes foi imediata. Luana Piovani ainda não havia respondido diretamente ao imbróglio até o momento desta publicação.
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