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Kátia Flávia
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Urandir Fernandes de Oliveira, ceo de Dakila Pesquisas, comenta sobre polêmica do governo dos EUA sobre OVNIs

Ordem de Donald Trump reacende debate global sobre vida extraterrestre e levanta dúvidas sobre o que ainda está oculto. Ufólogo brasileiro comenta

Kátia Flávia

02/05/2026 9h11

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O empresário já afirmou ter tido contato direto com extraterrestres ainda criança. (Foto: Divulgação)

A possibilidade de divulgação de arquivos sigilosos sobre Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) e Fenômenos Aéreos Não Identificados voltou ao centro do debate após uma diretiva atribuída ao presidente dos Estados Unidos Donald Trump recentemente. A proposta prevê o início de um processo para identificar e tornar públicos documentos relacionados à vida extraterrestre e outros fenômenos considerados “complexos e importantes”.

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“Desde pequeno sempre tive percepções visuais de luzes em movimentos diferentes que fugiam das leis da física e, mais tarde, fui vendo pessoas, que eu não eram pessoas.”, disse ele (Foto: Divulgação)

Urandir Fernandes de Oliveira, CEO de Dakila Pesquisas, possui uma equipe multidisciplinar de cientistas, pesquisadores e profissionais de diferentes áreas do conhecimento, a empresa se dedica a explorar e desvendar mistérios que envolvem avistamentos de objetos voadores não identificados (OVNIs), contatos extraterrestres e outros fenômenos relacionados. 

O empresário já afirmou ter tido contato direto com extraterrestres ainda criança. “Desde pequeno sempre tive percepções visuais de luzes em movimentos diferentes que fugiam das leis da física e, mais tarde, fui vendo pessoas, que eu não eram pessoas. Tinham características diferenciadas, passava uma certa orientação e contava histórias que a ciência não conta”, disse o renomado ufólogo. 

“Quando nossas descobertas, no futuro, forem finalmente abalizadas pelo mundo científico, surgirão novos Urandir com novas pesquisas contestando a nossa verdade temporariamente definitiva”, completa.

Pressão por transparência sobre OVNIs

O tema ganha força em meio às discussões recentes no Congresso americano e ao aumento de relatos e investigações sobre objetos não identificados. Especialistas afirmam que iniciativas desse tipo historicamente geram interpretações divergentes.

Segundo Greg Eghigian, professor da Pennsylvania State University, há dois grupos principais de reação. “Há quem insista que os materiais publicados demonstram, de forma definitiva, que não há nada de anormal nos avistamentos e relatos”, afirmou, reforçando: “Mas essas pessoas são invariavelmente contrabalançadas por outras que apontam para o que os documentos omitem ou não incluem, e insistem que o governo ainda guarda segredos vitais sobre OVNIs”.

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“Quando nossas descobertas, no futuro, forem finalmente abalizadas pelo mundo científico, surgirão novos Urandir com novas pesquisas contestando a nossa verdade temporariamente definitiva”, concluiu Urandir (Foto: Divulgação)

Ele acrescenta que o histórico de sigilo contribui para manter dúvidas mesmo diante de iniciativas de transparência. “A existência de sigilo significa que até mesmo uma aparente abertura pode ser suspeita de disfarçar ainda mais segredo. O desejo por revelações provavelmente nunca será saciado”, acrescentou.

Para o pesquisador Steven Dick, que atuou por décadas junto ao governo e à NASA, o tema deve ser tratado com cautela. “Mas, no fim das contas, quando se trata de revelar onde essas tecnologias e corpos estão localizados, a resposta é sempre ‘classificado’. Sou totalmente a favor da transparência, e sem dúvida existem registros enormes, mas ficaria muito surpreso se algo realmente sensacional fosse revelado”, disse.

Ele avalia que seria difícil manter em segredo, por tanto tempo, uma evidência concreta de contato extraterrestre. Especialistas apontam que a confirmação de vida fora da Terra teria impactos amplos, atingindo áreas como ciência, religião e cultura. Apesar das discussões e das promessas de maior transparência, não há previsão clara sobre o conteúdo ou o alcance das possíveis divulgações.

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