Ai, meus amores, Shakira mal desceu do palco em Copacabana e eu já estou aqui com o leque numa mão, o celular na outra e uma pulga pop atrás da orelha: quem será a próxima criatura milionária em hits a encarar aquela faixa de areia como se estivesse entrando no último capítulo de uma novela das nove?
A colombiana encerrou no sábado (2) a terceira edição do Todo Mundo no Rio, projeto que já levou Madonna, Lady Gaga e agora Shakira para cantar de graça na Praia de Copacabana. Sim, minha gente, a orla carioca virou uma espécie de tapete vermelho com maresia, ambulante, drone e fã acampado com mais fé que muita assessoria de imprensa em crise.
O ponto principal da fofoca, com carimbo de notícia e sem delírio meu, é que a festa está garantida até 2028. A Prefeitura do Rio confirmou novas edições do projeto, que entrou no calendário oficial da cidade e deve continuar levando grandes atrações internacionais para Copacabana.
Agora vem a parte que coça a língua da colunista aqui: os nomes das próximas atrações ainda não foram divulgados. Ou seja, depois de Madonna, Lady Gaga e Shakira, o Rio criou um problemão delicioso para si mesmo. Vai chamar quem agora, meu pai? A próxima artista vai entrar sabendo que a régua está lá em cima, com salto plataforma, ventilador no cabelo e multidão até onde a vista alcança.
Na edição de 2026, Shakira reuniu cerca de 2 milhões de pessoas na Praia de Copacabana, segundo a Prefeitura. A loba colombiana fez bonito, falou em português, se declarou ao Brasil e entregou aquele pacote completo de diva internacional que sabe exatamente onde está pisando.
Mesmo assim, Lady Gaga continua no topo do ranking recente do projeto. Em 2025, a mother monster levou aproximadamente 2,1 milhões de pessoas para a orla. Madonna, que abriu os trabalhos em 2024 com aquele ar de rainha fundadora da firma, reuniu cerca de 1,6 milhão de fãs;
O ranking ficou assim:
- Lady Gaga, em 2025: 2,1 milhões de pessoas
- Shakira, em 2026: 2 milhões de pessoas
- Madonna, em 2024: 1,6 milhão de pessoas
E eu digo uma coisa com meu olhar de bastidor, meu cílio postiço investigativo e minha taça imaginária na mão: o suspense agora vale quase tanto quanto o anúncio. A Prefeitura ainda não revelou quem assume as edições de 2027 e 2028, mas a internet, essa vizinha de janela sem filtro, já deve começar a jogar nomes para todos os lados.
Beyoncé? Rihanna? Taylor Swift? Katy Perry? Algum fenômeno latino pronto para transformar Copacabana em final de Copa? Por enquanto, tudo isso fica no terreno da especulação. Oficialmente, ninguém foi confirmado.
O que existe de concreto é que o Todo Mundo no Rio deixou de ser apenas um show gigante de maio e virou uma vitrine anual de ambição pop. Copacabana, que já viu de tudo um pouco, agora virou palco de disputa simbólica entre divas globais, fã-clubes, números milionários e aquele tipo de evento que faz a cidade parecer cenário de superprodução.
Depois de Shakira, a pergunta continua pendurada no ar com perfume importado e ansiedade coletiva: quem vai ter coragem de ser a próxima estrela a encarar Copacabana?