Thaís Carla abriu o jogo sobre um fato que muita gente parece não conseguir aceitar quando uma mulher emagrece: o fato de ela continuar sendo exatamente quem sempre foi.
Um ano após realizar a cirurgia bariátrica, a influenciadora usou as redes sociais para fazer um balanço do processo e rebater críticas de seguidores que passaram a acusá-la de abandonar as pautas que defendia antes da mudança física.
E ela foi bem direta ao dizer que não transformou sua vida, muito menos seu perfil, numa central de conteúdo fitness.
“Gente, continua tudo igual! Cirurgia nenhuma ia mudar o jeito que eu me visto. Eu não precisava ser magra para vestir o que eu queria”, declarou.
Amores, existe uma certa obsessão da internet em querer que toda mulher que emagrece vire imediatamente embaixadora de chá detox, marmita low carb e frase motivacional de academia às seis da manhã. Mas Thaís deixou claro que não pretende entrar nesse roteiro.
Ao falar sobre alimentação, a influenciadora contou que continua comendo o que gosta, apenas em menor quantidade.
“Eu continuo comendo tudo o que eu gosto, mas claro, em menos quantidade. Eu não fiquei fazendo dietas malucas, cortando carboidratos, levando marmita para cima e para baixo, fazendo dieta da lua”, afirmou.

Créditos: Reprodução Instagram
Ela também fez questão de reforçar que não passou a produzir conteúdo voltado ao emagrecimento.
“Eu não fico ensinando dietas malucas para vocês, não sou coach de emagrecimento e não virei influencer de dieta”, disse.
Segundo Thaís, seu conteúdo continua girando em torno dos mesmos temas que sempre fizeram parte da sua trajetória nas redes: moda, autoestima, maternidade, lifestyle e experiências pessoais.
Mas o ponto mais importante do desabafo veio quando ela falou sobre gordofobia, pauta que segue defendendo mesmo após a cirurgia.
“Pessoas gordas continuam merecendo respeito em qualquer lugar. Médico continua tendo que tratar a gente como gente, não como um problema para consertar”, afirmou.
Thaís Carla também voltou a cobrar mais acessibilidade e inclusão, citando questões como assentos adequados em aviões e maior diversidade de corpos na moda.
“Nada disso mudou para mim e nunca vai mudar”, completou.