Tainá Militão revelou que deve ajudar Léo Pereira durante a Copa do Mundo de 2026, mesmo após o fim conturbado do casamento dos dois. A influenciadora, atualmente casada com Éder Militão, explicou que pode acompanhar os filhos Helena e Matteo até o torneio para que as crianças fiquem perto do pai, convocado para defender a Seleção Brasileira.
Eu estava no quarto do hotel em Buenos Aires com as flores já ajeitadas e três vestidos espalhados em cima da cama, porque mais tarde tenho Recoleta, BAFA, arte, moda e gastronomia depois de um convite direto dos organizadores. Descobriram que eu estava na cidade e me ligaram com aquela educação perigosa de quem sabe dizer “venha” parecendo que está oferecendo destino. Eu tentava decidir se ia de preto absoluto ou de “mulher que conhece galeria e não se abala com instalação difícil”, quando Tainá Militão apareceu falando de visto, filhos, ex-marido e Copa. Larguei o cabide. Família de jogador, meu amor, é novela com passaporte.

Em entrevista ao PodDelas, Tainá contou que pode levar os filhos que teve com Léo Pereira para a Copa porque pessoas próximas ao jogador ainda não conseguiram a documentação necessária para acompanhar as crianças: “O pai das crianças não tem ninguém que tenha o visto. A avó não tem visto, a irmã não tem visto, então não tem ninguém pra levar. A babá a gente tentou tirar oito vezes. Estamos tentando de novo agora”.
Léo Pereira, zagueiro do Flamengo, foi convocado para a Seleção Brasileira e viverá sua primeira Copa do Mundo. Segundo Tainá, justamente por isso o momento exige maturidade. “E aí não tem ninguém pra levar as crianças. Se não for eu, ele não consegue ficar também. E tem que ser humana nessas horas porque é difícil. Primeira Copa dele, momento especial, com certeza ele quer as crianças lá. Se precisar da minha ajuda também vou ajudar ele, com certeza, para levar as crianças”, declarou.
É uma fala que desmonta muita torcida por barraco. Porque a internet adora transformar ex-casal em trincheira, ainda mais quando existe futebol, influenciadora, Flamengo, Real Madrid e um quadrado amoroso que parece escalação tática de final. Mas às vezes a vida real aparece com uma pasta de documentos na mão e lembra: no centro disso tudo tem criança.
Tainá também explicou que não se sentiria confortável em deixar os filhos com qualquer pessoa durante a viagem: “Crianças pequenas, não posso deixar meus filhos com qualquer pessoa”, disse. Ela afirmou que liberaria a ida com a avó paterna, a irmã de Léo ou a babá da família, caso alguma delas tivesse visto. “Eu liberaria para a avó paterna, para irmã dele ou para nossa babá, que está com a gente, mas não tem ninguém que tenha”.
A história chama atenção também pelo contexto. Tainá e Léo Pereira tiveram uma separação dolorosa, sobre a qual ela falou no mesmo podcast. “Nenhuma separação é fácil, nem para quem quer. Foi muito difícil, até por conta das crianças”, disse. A influenciadora contou que se sentiu “perdida” após o fim do casamento e precisou se reinventar para cuidar dos filhos.

Hoje, Tainá é casada com Éder Militão, jogador do Real Madrid, que ficou fora da Copa após sofrer uma lesão antes da convocação. Já Karoline Lima, ex de Militão e mãe da filha dele, Cecília, atualmente namora Léo Pereira e deve acompanhar o jogador no torneio. Se você precisou reler, respira. Nem planilha de grupo da Copa explica esse organograma emocional de primeira.
Voltei para os vestidos com outro humor. O preto absoluto venceu, claro, porque Recoleta pede drama controlado. Mas fiquei pensando que maturidade talvez seja isso: vestir a roupa certa para o evento e, quando a vida exige, engolir o orgulho para colocar duas crianças no avião. Tainá podia escolher a treta. Escolheu a logística. E, no futebol das relações modernas, isso já é vitória fora de casa.