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Kátia Flávia
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Ligado à UFRJ, ao MEC e à Anatel: Conheça o homem por trás da declaração polêmica contra a família Justus

O professor aposentado Marcos Dantas Loureiro, que sugeriu ‘guilhotina’ à família Justus já atuou como secretário ministerial no primeiro Governo Lula, entre 2003 e 2005

Kátia Flávia

07/07/2025 16h38

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Professor Marcos Dantas Loureiro está sendo detonado após pedir guilhotina para família Justus (Reprodução/Instagram)

Gente, acabei de realizar 10 minutinhos de uma meditação maravilhosa via app enquanto estava no rooftop do escritório. Ao retornar à sala, fiquei sabendo que um professor renomado está sendo escrachado nas redes sociais após fazer uma declaração polêmica contra uma família badalada.

Acontece que, após sugerir a guilhotina à família de Roberto Justus, ao criticar o uso de uma bolsa de R$ 14 mil pela filha de 5 anos do empresário em uma publicação nas redes sociais, o professor Marcos Dantas Loureiro passou a ser alvo de duras críticas na web.

Internautas se revoltaram com a declaração e cobraram um posicionamento da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde ele atuava como docente da Escola de Comunicação (ECO-UFRJ).

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Além da UFRJ, Marcos Dantas já foi secretário ministerial do primeiro Governo Lula (Reprodução/X)

Em comunicado sobre o caso, a instituição deixou claro que Marcos Dantas está aposentado desde 2022 e, desde então, não tem mais vínculo com a Universidade.

“O professor Marcos Dantas Loureiro é docente aposentado pela UFRJ desde o ano de 2022. As postagens publicadas pelo mesmo em suas redes sociais digitais expressam suas opiniões pessoais. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Escola de Comunicação da UFRJ (ECO) repudiam qualquer tipo de expressão de pensamento que incite à violência ou agrida a terceiros”, escreveu.

Além de ter ligação com a instituição carioca, Loureiro já atuou como secretário ministerial durante o primeiro Governo Lula, exercendo cargos como Secretário de Educação a Distância do MEC (2004-2005), Secretário de Planejamento e Orçamento do Ministério das Comunicações (2003) e fez parte do Conselho Consultivo da ANATEL.

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A UFRJ publicou uma nota de repúdio sobre o caso (A Terra é Redonda)

Por fim, a instituição do Rio de Janeiro declarou que não compactua com os pensamentos extremistas do ex-docente.

“A UFRJ é uma instituição historicamente comprometida com a construção de um projeto de Nação, através do Conhecimento e da Ciência; baseia-se na defesa dos valores humanistas, na educação, na democracia e no diálogo em prol do Brasil”, completou.

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