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Kátia Flávia
Kátia Flávia

Globo arrasa no New York Festivals 2026 e leva 9 prêmios internacionais

Na maior premiação de TV e cinema dos Estados Unidos, anunciada na quarta-feira, a emissora cravou três ouros, cinco pratas e um bronze espalhados por categorias que vão de documentário ártico a chamada de novela. E olha, nove troféus numa tacada só deixa qualquer concorrente com vontade de pedir demissão.

Brenno

22/05/2026 15h00

MC Cabelinho e Malía em 'Confia: Sonho de Cria' — Foto: Globo/Helena Barreto

MC Cabelinho e Malía em ‘Confia: Sonho de Cria’ — Foto: Globo/Helena Barreto

Eu estava saindo de casa no Cosme Velho, atravessando a Gávea para uma reunião que não podia esperar, quando o celular começou a vibrar com uma notícia que parou tudo. A Globo acabou de varrer o New York Festivals TV & Films Awards 2026, uma das premiações internacionais mais respeitadas do audiovisual, com nove troféus anunciados oficialmente na última quarta-feira. No carro, eu já sabia que precisava contar isso antes de qualquer pauta da reunião.

O pacotão veio de todos os lados da casa. Os Estúdios Globo foram prata duas vezes na categoria Filmes Longa-Metragem, com “Confia: Sonho de Cria”, dirigido por Fábio Rodrigo, e com “Vítimas do Dia”, de Bruno Safadi. O Esporte Espetacular também entrou na festa com mais dois pratas: o episódio da série “Planeta Extremo” levou em Documentário Esportivo, e a reportagem “Saltos e Sonhos de Lielson”, do repórter André Gallindo, venceu em Cobertura Esportiva sobre Justiça Social.

A joia da coroa, porém, ficou com o Globoplay. A série documental “O Labirinto do Ártico”, coprodução com o canal OFF estrelando o explorador Sylvestre Campe numa expedição inédita brasileira pelo gelo, levou o Gold Tower, o ouro, na categoria Mudanças Climáticas e Sustentabilidade. Conteúdo brasileiro sobre o Ártico ganhando em Nova York é o tipo de frase que eu precisaria repetir duas vezes num coquetel para ser acreditada.

A área de Promoções da TV Globo ainda foi à festa e não voltou de mãos vazias: dois ouros, um para a chamada da Fórmula 1 e outro para a campanha “Fight na Globo”; uma prata para a chamada da Copa do Mundo de 2026; e um bronze pela direção de arte da chamada de elenco da novela “Coração Acelerado”. Quatro prêmios só de material promocional é de deixar agência de publicidade com ciúme.

Nove troféus em Nova York, produção indo do esporte à crise climática, do longa ao VT de trinta segundos. A Globo está em outro patamar ou, pelo menos, é o que ela quer que o mundo acredite, e desta vez o mundo concordou.

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