Rafa Kalimann brilhou no tapete vermelho do Festival de Cannes 2026 com um look Carolina Herrera que fez a Riviera Francesa lembrar que brasileira, quando decide entrar em cena, não pede licença: ocupa o enquadramento inteiro. Eu estava saindo de um almoço rápido, daqueles em que a gente come olhando o relógio porque prometeu começar pilates e agora precisa fingir disciplina, quando vi as fotos no celular. Parei na calçada. Minha filha, se isso era só uma aparição, imagina quando ela resolver dominar mesmo.
A influenciadora, atriz e produtora voltou ao tapete vermelho depois de celebrar a exibição de seu primeiro longa-metragem como protagonista e produtora, “Minha Querida Alice”, no circuito Marché du Film. A passagem por Cannes marcou uma nova fase da carreira de Rafa, agora tentando consolidar espaço também no cinema internacional.

Para a aparição, ela escolheu um vestido de alta-costura da Carolina Herrera, com modelagem estruturada, caimento fluido e presença suficiente para disputar flash com qualquer estrela europeia acostumada a atravessar tapete vermelho como quem atravessa corredor de hotel. A produção uniu sofisticação, brilho e uma dose calculada de ousadia.

O visual também contou com joias Chopard, cabelo preso e maquiagem clássica, iluminada, dentro daquela cartilha de Cannes que exige glamour sem parecer esforço demais. Segundo a publicação, cada detalhe foi pensado para reforçar essa nova fase mais madura da artista.
Nas redes sociais e nos portais de moda, o look rapidamente virou assunto. A combinação entre Carolina Herrera, Chopard e tapete vermelho francês colocou Rafa entre os nomes brasileiros mais comentados desta edição do festival.

E vamos falar a verdade: tem gente que vai a Cannes para aparecer em foto, e tem gente que vai para avisar que mudou de patamar. Rafa Kalimann fez a segunda opção. Saiu de reality, passou pela internet, entrou na dramaturgia, produziu filme e agora aparece de alta-costura na França com cara de quem está exatamente onde queria estar.
Eu, que já estava atrasada para o pilates e tentando não transformar a aula inaugural em lenda urbana, fechei o celular com uma conclusão simples: Cannes pode ter cinema, joia, flash e francês sério fazendo cara de importante, mas quando uma brasileira chega de Carolina Herrera desse jeito, o tapete vermelho vira extensão do camarim dela.