O Globoplay estreia nesta terça-feira, dia 16, a novelinha vertical “Então é Amor?”, e eu já avisei o grupo todo que vou colar no celular por causa de uma pessoa só: Carla Diaz. A minha amada estreia como vilã, a Liz, noiva de Vicente, e cravou que essa é a primeira vilãzona de verdade da vida dela.
A trama é de Gustavo Reiz, com direção de Marcelo Zambelli e produção da Formata, em episódios de até dois minutos gravados na vertical, feitos para te prender no sinal vermelho. No centro tem um amor de infância interrompido que ressurge numa teia de intrigas familiares, segredos antigos e golpe financeiro, aquela receita que nunca falha. E a família Valmori vem completa para a bagunça, com Cristiana Oliveira voltando à dramaturgia como a patroa autoritária Marta.

O que já está dando o que falar antes da estreia é a promessa da própria Carla: a Liz vai ser uma homenagem à Carminha, a vilã que Adriana Esteves imortalizou em “Avenida Brasil”. Carla descreveu a personagem como manipuladora, de humor ácido e que fala o que pensa sem pedir desculpas, e disse que o desafio é fazer o público odiar a vilã e amar vê-la em cena. Traduzindo o que ela não falou em voz alta: a moça está de olho na galeria das grandes vilãs da teledramaturgia, e eu não duvido nem por um segundo.
Recebi a confirmação da estreia atravessando a Ponte Rio-Niterói, voltando de um almoço do outro lado da Baía de Guanabara, com o Cristo Redentor lá no alto parecendo me cobrar pressa. Mandei acelerar, porque novelinha de dois minutos com a minha Carla de vilã não se assiste atrasada.
Meu veredito sai quentinho: “Então é Amor?” tem cara de vício de bolso, e a Carla Diaz vai entregar exatamente a vilã que a gente vai amar odiar entre um story e outro. Com Cristiana Oliveira de patroa autoritária e Wagner Santisteban de sócio dissimulado rondando o herdeiro dividido entre a noiva fria e a empregada de bom coração, está montado o meu prato predileto. Amanhã, dia 16, eu estarei de camarote no sofá, e quem não assistir vai boiar no grupo da firma.