Estava no Uber a caminho de Niterói, costureira marcada há semanas, quando o celular explodiu com o release da Alternativa F sobre o Wellhub Fest. Joguei na bolsa, continuei olhando pela janela a baía e pensei: isso vai ter que esperar o engarrafamento da Presidente Vargas. Não esperou nem o Aterro.
O fato é este: a Wellhub, plataforma global de saúde e bem-estar corporativo, chegou a 6 milhões de colaboradores ativos e resolveu celebrar com um festival simultâneo em 16 cidades do mundo, entre os dias 25 e 27 de maio. Em São Paulo, o Espaço Audio virou palco para 1.200 pessoas no dia 27, com produção assinada pela Alternativa F, agência boutique de live marketing e a mais premiada da história do Prêmio Caio, considerado o Oscar dos eventos no Brasil.
A proposta da CEO Ana Nani foi transportar os convidados para a atmosfera dos grandes festivais de música e wellness, com estruturas metálicas aparentes, box truss, comunicação visual colorida, paredes de lambe-lambe, espaços instagramáveis e palco para apresentações. Felipe Lemos, diretor de criação da agência, explicou que o festival foi construído a partir do protagonismo do público, do storytelling e de momentos de impacto emocional do início ao fim.
Na programação, o wellness saiu do discurso e foi para a prática: fitdance, pilates, alongamento, terapia sonora, yoga, body combat e espaço sem glúten, com apoio de Bodytech e BlueFit. Reunião corporativa isso não foi. Foi festival com pulseira, fila, música e aquele frio na barriga típico de quem atravessa os portões de um grande evento.
Com duas décadas de atuação, a Alternativa F acumula 95 troféus e um portfólio que inclui marcas como Tokio Marine, Sony, Adidas, Zurich e Claro, além de projetos realizados no Brasil, em Cancún, Lisboa e países da África.
A entrega do principal marco global da história da Wellhub reforça o posicionamento da agência em um mercado cada vez mais focado em experiências memoráveis. Porque, no fim das contas, não basta reunir pessoas em um espaço. É preciso criar momentos que façam sentido. E transformar uma celebração corporativa em um festival vivido simultaneamente por 16 países é exatamente o tipo de desafio que separa fornecedores de quem realmente cria experiências.