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Conheça Kenny King, o brasiliense que se tornou fenômeno do funk

Desde mais jovem, ele sempre esteve ligado no mundo artístico, assistindo clipes na MTV, DVDS e dançando em casa

Foto: Divulgação

Vítor Rosas
(Jornal de Brasília / Agência de Notícias UniCEUB)

“A dança foi determinante para ser quem eu sou hoje”, destaca o jovem de 25 anos Kennedy Nunes, mais conhecido como Kenny King. De origem humilde, Kenny conta que a dança apareceu em sua vida no melhor momento possível. O rapaz passava por problemas no colégio relacionados ao bullying, e então dançar o permitiu trabalhar seu lado emocional e físico. 

Desde mais jovem, ele sempre esteve ligado no mundo artístico, assistindo clipes na MTV, DVDS e dançando em casa. Suas principais referências são artistas pops, como Beyoncé, Britney Spears, Rihanna, Usher, Justin Timberlake e outros músicos que surgiram nos anos 2000. Graças ao aprendizado em sua adolescência, hoje ele é um dos nomes mais conceituados para montar coreografias em shows de famosos no país.

Kenny sempre participou de competições, viajando pelo Brasil em busca de troféus e ganhando reconhecimento na área. “Trouxe diversos títulos para o DF por amar aquilo que gosto de fazer e me dedicar de verdade, sempre batalhei para manter essa vida”. O jovem já trabalhou de tudo e um pouco mais, em mercados, padarias e sendo vendedor, mas isso não trazia a paz que ele buscava. “Eu vi que várias pessoas viviam da dança, e isso se tornou meu sonho. À medida que fui apresentando minha paixão pela dança, também como um produto de venda e com finalidades, cresci meu público e ganhei aos poucos meu espaço. Hoje, vivo do meu sonho”.

Preconceitos no mundo artístico

Kenny lidou com o preconceito de ser homem no balé. Muitas vezes riam dele nas apresentações, zombando dos figurinos e modos como ele dançava, mas nada disso abalou o jovem brasiliense, que estava bem consigo mesmo e somente aquilo bastava. Ele ainda tem fé que a sociedade vai, cada vez mais, aceitar e compreender a diversidade no mundo.

(Foto: Divulgação)

Incentivo para mais homens no balé

“A comunidade da dança tenta como pode incentivar essa propagação”. De acordo com Kenny, praticamente 90% das escolas de dança são compostas por mulheres, nas danças a dois faltam cavalheiros. Em balé clássico os próprios estúdios criaram métodos para incentivar a entrada de homens, dando até 100% de bolsas para bailarinos dedicados. 

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