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Celebridades

Morre Anne Schedeen, que interpretou a mãe em ‘Alf, o ETeimoso’, aos 77 anos

A família confirmou a morte em publicação nas redes sociais no domingo (14), sem revelar a causa.

Redação Jornal de Brasília

15/06/2026 13h53

anne schedeen

Foto: Reprodução/ Facebook

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

Anne Schedeen, atriz que por quatro temporadas deu vida à personagem Kate Tanner em “Alf, o ETeimoso”, morreu aos 77 anos. A família confirmou a morte em publicação nas redes sociais no domingo (14), sem revelar a causa.

“Ela era uma força da natureza. É inimaginável pensar na vida sem ela”, diz a família da artista em comunicado. “Ela deixa um legado extraordinário de energia criativa, humor afiado, alegria pela família, adoração por cachorrinhos, ódio profundo por [Donald] Trump, paixão por brechós e por uma boa história. Estamos inconsoláveis sem ela. Nós a amávamos muito, assim como todos que a conheceram.”

Nascida em Portland, nos Estados Unidos, Schedeen começou a se interessar por teatro ainda na infância, passando pelo Portland Civic Theatre antes de estudar em universidades do Oregon e de Washington. Fez temporadas em palcos do Havaí e de Nova York até assinar contrato com a Universal Pictures, em Los Angeles.

Sua estreia na televisão aconteceu em 1974, na série “O Homem de Seis Milhões de Dólares”. Na década seguinte, a atriz acumulou participações em produções como “A Mulher Biônica”, “O Incrível Hulk” e “Emergency!”, além de papéis no cinema –entre eles, o filme de ficção científica “Embrião” (1976), com o galã Rock Hudson.

Foi em “Alf” que Schedeen encontrou seu maior papel. A sitcom da NBC, exibida entre 1986 e 1990, acompanhava uma família suburbana da Califórnia que escondia do governo um alienígena recém-chegado à Terra. Ela participou de todos os 101 episódios da série.

Apesar do sucesso inicial de audiência, o programa enfrentou dificuldades operacionais –por depender de fantoches operados manualmente, cada episódio de 30 minutos chegava a exigir até 25 horas de gravação. A atriz descreveu a experiência, em entrevista à revista People, como tecnicamente exaustiva e marcada por personalidades difíceis no elenco.

Após o fim da série, a carreira de Schedeen perdeu fôlego. Ela ainda apareceu no thriller “Prisioneiro do Passado”, de 1996, com Alec Baldwin, e teve participações recorrentes na série “Judging Amy”, um drama jurídico, em 2001.

A atriz deixa o marido, Christopher Barrett, com quem foi casada por 55 anos, a filha Taylor Barrett, a nora Hilary Flynn, a irmã Sarabeth, o irmão Roland e a sobrinha Minnie.

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