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Sinepe entra com pedido de suspensão da liminar que proíbe volta às aulas presenciais em escolas particulares

“Estatisticamente falando, nós estamos prevendo a possibilidade de fechamento e falência de 120 a 150 escolas”, explicou o presidente do Sinepe-DF

Aline Rocha

Publicado

em

Foto: Vítor Mendonça/Jornal de Brasília
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Na noite dessa segunda-feira  (10), o Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal (Sinepe-DF) entrou, por meio de seus procuradores, com um agravo regimental contra a decisão do desembargador Pedro Luís Vicentin Foltran, que deferiu liminar com mandado de segurança vetando a volta às aulas presenciais nas escolas privadas do DF.

O presidente do Sinepe, Álvaro Domingues, afirmou que esforços estão sendo tomados para reverter a situação. Segundo ele, as ações tomadas para impedir o retorno às aulas presenciais tornam o cenário “muito difícil”. “Nós temos que enfrentá-lo de maneira muito realista”, afirmou.

“As escolas, de forma geral, ao associarem seu fluxo de caixa, fazem de um ano letivo com o ano seguinte. Esse vínculo com os pais, no momento de campanha de matrículas para o ano de 2021 é fundamental, e é nesse momento que mais trabalhamos isso. Portanto, essa insegurança promovida por essas instituições, as famílias e as escolas, nos fazem antever um cenário muito difícil. Estatisticamente falando, nós estamos prevendo a possibilidade de fechamento e falência de 120 a 150 escolas”, explicou Álvaro.

“É de uma responsabilidade muito grande que conversemos com nossos professores, nossos funcionários, sobre a gravidade desta situação. De uma forma realista e sincera, pois estaremos respeitando pessoas que têm responsabilidade com suas famílias”, reforçou.

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Veja o documento na íntegra: 




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