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PMs e bombeiros debatem plano de reajuste salarial com distritais

Dirigentes de associações representativas policiais militares e bombeiros apresentaram uma minuta de proposta com as justificativas

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Da Redação
redacao@grupojbr.com

O plano de reestruturação de carreiras e o reajuste salarial das forças de segurança do Distrito Federal foi uma importante pauta debatida nesta sexta-feira (11), no Congresso Nacional, junto aos parlamentares da bancada do DF.

Dirigentes de associações representativas policiais militares e bombeiros apresentaram uma minuta de proposta com as justificativas para a recomposição salarial.

A construção de um documento foi criada para encaminhar ao GDF e ao governo federal. O texto, que não foi finalizado, vai indicar os prazos e os percentuais de reajuste considerados ideais.

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A reunião foi dirigida pelo coordenador da bancada, senador Izalci Lucas (PSDB-DF). Para o senador, os militares não podem ser prejudicados com o PL 1645/2019 que prevê alterações no Estatuto dos Militares e também trata da reforma da previdência das forças armadas, que inclui PMs e bombeiros do DF.

“Hoje ouvimos as propostas das associações dos PMs e bombeiros. Eles apresentaram as justificativas para que o governo conceda o reajuste para as corporações. Vamos agora esclarecer todas as dúvidas e levar a demanda deles para o governador Ibaneis e o para o presidente Jair Bolsonaro”, disse o senador.

 

Os dirigentes apresentaram dados que dizem que os reajustes não irão afetar os recursos do Fundo Constitucional do Distrito Federal que são destinados para arcar com a folha de pagamento e despesas da educação, saúde e segurança.

O diretor de orçamento e finanças do Corpo de Bombeiros, Tenente-Coronel Borges, fez uma breve apresentação sobre os impactos dos reajustes para as categorias. “A proposta é que o auxílio-moradia passe a ser incorporado aos vencimentos e com isso o GDF passe a recolher, inclusive, o imposto desse reajuste”, justificou.

Já o coronel Marcos Nunes, atual chefe de gabinete do deputado Guilherme Derrite (SP) e ex-comandante-geral da PMDF, disse que havia previsão no orçamento deste ano para que o reajuste fosse concedido. “Nós apresentamos a primeira proposta de reajuste em 2016, mas conseguimos deixar a previsão de recomposição salarial para este ano. A proposta era que o reajuste fosse concedido em cinco parcelas”, destacou o militar.

Antes de terminar a reunião, Izalci revelou que terá uma reunião com o secretário especial da Reforma da Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, para tratar da reforma da previdência dos militares.

A minuta da proposta será concluída durante o fim de semana e a equipe técnica-legislativa dos parlamentares da bancada do DF vão avaliar o documento. 


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