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Cidades

Com alta de casos, DF chega a 230 mil contaminados pela covid-19

Desde o início da pandemia, 230.122 pessoas já foram infectados na capital e, nesta terça-feira (1º), 7.102 casos estão ativos

Aline Rocha

Publicado

em

Foto: Roque de Sá/Agência Brasil
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O Distrito Federal (DF) registrou, nas últimas 24 horas, 976 novos diagnósticos de covid-19. Desde o início da pandemia, 230.122 pessoas já foram infectados na capital e, nesta terça-feira (1º), 7.102 casos estão ativos.

As regiões com mais casos confirmados são Ceilândia (27.467), Plano Piloto (19.456) e Taguatinga (18.935). Já em relação às vítimas fatais, as cidades com mais óbitos são Ceilândia (714), Taguatinga (406) e Samambaia (310). Nas últimas 24 horas foram registrados 599 recuperados e 9 óbitos, sendo que, deste total, nenhum faleceu neste período.

Do total de 230 mil casos, 3.939 (1,7%) faleceram em decorrência de complicações causadas pelo vírus e 219.081 (95,2%) estão recuperados. Do total de óbitos, 3.620 eram moradores do DF e 319 de outros estados.

Com relação ao local de residência dos casos, 201.778 (87,7%) residem no DF e 18.746 (8,1%) residem em outras Unidades Federadas (UF), sendo que os municípios do entorno respondem pela maior proporção dos casos de outras UF.

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Novas restrições

O Governo do Distrito Federal decretou um novo horário de funcionamento para bares e restaurantes da capital. A partir desta terça-feira (1), os estabelecimentos desta natureza terão de fechar às 23h.

A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial (DODF) e tem como justificativa as aglomerações registradas nos estabelecimentos, o que culmina na disseminação do novo coronavírus.

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O DF teme uma segunda onda de casos de infecção. A taxa de transmissão da doença passou de 1 para 1,3, o que deixou o GDF em alerta.

Média móvel

A média de casos por data do início dos sintomas apresentou uma tendência de crescimento acentuado desde o início da pandemia até primeira quinzena de junho, com oscilação decrescente na segunda quinzena. Em julho observa a retomada do crescimento de casos e um padrão de oscilação que se manteve entre a segunda quinzena de julho e a primeira de agosto. Devido as ações de investigação epidemiológica a tendência de queda observada a partir da segunda quinzena de agosto pode sofrer alterações.

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Em relação aos óbitos a média móvel mostra uma tendência crescente desde o início da pandemia até a primeira quinzena de agosto, com posterior tendência decrescente. Cabe destacar que a acentuada redução dos últimos 15 dias pode ser explicada pelos óbitos que ainda estão em investigação.




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