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Aparelhos de endoscopia chegam a hospitais do DF

Equipamentos foram divididos entre os hospitais regionais de Taguatinga, Gama, Sobradinho e Ceilândia

Willian Matos

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Willian Matos
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Os oito aparelhos para realização de exames de endoscopia digestiva alta e colonoscopias chegaram à rede pública de saúde do DF nesta quarta-feira (17/7). Eles foram divididos entre os hospitais regionais de Taguatinga, Gama, Sobradinho e Ceilândia, que, agora, contam com dois equipamentos cada. A compra foi feita há algumas semanas, conforme noticiado anteriormente.

Todos os profissionais passaram por treinamento para aprender a trabalhar com o dispositivo, que é considerado o mais moderno do tipo na América Latina. “Será possível realizar em torno de 900 exames de endoscopia digestiva alta por mês, além de 600 colonoscopias mensalmente, com marcação regulada pelo Complexo Regulador”, frisa Hermes Gonçalves Aguiar Junior, referência técnica distrital de Endoscopia da Secretaria de Saúde. 

Pacientes internados e com casos mais graves terão prioridade nos atendimentos. Atualmente, 8.163 pacientes esperam para fazer exame d endoscopia no DF; a demanda por colonoscopias é de 2.820 pessoas; para retossigmoidoscopia, outros 48. Até então, somente exames de urgência estavam sendo feitos nas unidades de Taguatinga, Ceilândia, Sobradinho e Asa Norte.

Os exames auxiliam no diagnóstico e terapêutica de doenças do aparelho digestivo. Com os equipamentos antigos somente era possível detectar a doença já em estágio avançado.

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O Hospital Regional do Gama (HRG) foi o primeiro a fazer exames no novo equipamento. Para o gastroenterologista Gustavo Ramanholo, o aparelho facilitou o trabalho. “O monitor nos permite visualizar o paciente e as imagens de frente. A precisão das imagens também nos ajuda no diagnóstico”, destacou Ramanholo. Os exames demoram, em média, de sete a dez minutos.

Além de modernizar os equipamentos e acelerar o andamento dos exames, a Secretaria de Saúde conseguiu economizar com a compra desses aparelhos. Cada processadora com os tubos de endoscopia custa, em média, R$ 715 mil, e foram adquiridas pela pasta por R$ 300 mil cada.

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Segundo o médico, os novos chegaram para substituir e atualizar os aparelhos antigos da rede. “Temos oito equipamentos antigos que irão para a manutenção e voltarão, em breve, para aumentar a capacidade instalada na rede.” Com informações da Agência Brasília




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