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Brasília

Zoo de Brasília participa de congresso nacional sobre conservação

Equipe técnica da Fundação Jardim Zoológico de Brasília integra evento em Campo Grande que reúne profissionais e pesquisadores para discutir conservação, bem-estar animal e manejo.

Redação Jornal de Brasília

27/05/2026 11h52

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Pesquisadores, estudantes e profissionais se reúnem com atividades que focam troca de experiências e atualização técnica | Foto: Bruno Rezende/Divulgação

A equipe técnica da Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB) participa até sábado (30) do 49º Congresso da Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (Azab), realizado em parceria com o Bioparque Pantanal, em Campo Grande (MS). Considerado o principal encontro anual da categoria no país, o evento tem como tema “Um mergulho na conservação: ciência, sociedade e meio ambiente”.

A programação reúne estudantes, pesquisadores e profissionais de todo o Brasil em atividades voltadas ao diálogo, à troca de experiências e à atualização técnica sobre desafios e avanços da atuação em zoológicos e aquários. Entre os assuntos em debate estão conservação da biodiversidade, ciência, educomunicação, manejo e gestão, com palestras, mesas-redondas e minicursos.

Um dos destaques da participação da equipe do zoo de Brasília é a mesa-redonda “Protocolos de enriquecimento e bem-estar animal aplicados a aquários e zoológicos”, marcada para sexta-feira (29). A atividade contará com Nicole Meireles Dubois, gerente de Bem-Estar Animal do Zoológico de Brasília, e Carla Larissa Kovalski Dias, bióloga-chefe do Bioparque Pantanal.

Nicole afirmou que participar do evento permite aos servidores e colaboradores do Zoológico de Brasília trocar conhecimentos, informações e dados com profissionais de diversas instituições. Segundo ela, encontros como esse também favorecem a construção de redes de contato e futuras colaborações no trabalho de conservação de animais silvestres.

A participação da instituição no congresso inclui ainda a apresentação de trabalhos científicos desenvolvidos com apoio de voluntários. Um deles foi conduzido por Sarah Mazetti Aquino e Maria Clara de Jesus Sousa Marins, com foco no grupo familiar de bugios-de-mãos-ruivas. O outro, elaborado por Barbara Gurgel, trata da virtualização do etograma como metodologia de observação do comportamento animal.

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