Cristina Sena
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“Os ônibus estão caindo aos pedaços. Semana passada, peguei um para o Pedregal e o motorista teve de rodar como especial, porque saía gasolina do motor”, relata a aposentada Inês dos Santos, 67 anos. Enquanto a recomendação de especialistas é que ônibus interestaduais tenham vida útil de até sete anos, a Viação Anapolina (Vian) mantém em circulação veículos com quase duas décadas.
O assessor jurídico da empresa, Antenor Mito, confirmou a existência de ônibus antigos. “Não tem problema nenhum com esses ônibus, que têm a manutenção muito bem feita. Só fazem uma viagem por dia, estão entre os 250 que ficam parados no Mané Garrincha”, argumenta.
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