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Brasília

Um funcionário e a chefe da SPU são exonerados por suspeita de fraude

Arquivo Geral

31/07/2013 8h05

O Ministério do Planejamento decidiu afastar a chefe e um funcionário da Secretaria  do Patrimônio da União (SPU) do Distrito Federal. Os dois são acusados pela Polícia Federal de participarem de uma fraude que pode chegar aos R$ 300 milhões.

 

Foram exonerados a superintendente da SPU, Lúcia Helena de Carvalho, e João Macedo Prado, da Divisão de Identificação e Fiscalização do órgão que é vinculado ao Ministério do Planejamento. 

 

 

O Ministério do Planejamento informou que recebeu na segunda-feira o relatório da PF que  pedia o afastamento e indiciava Lúcia Helena por cinco crimes, entre eles fraude processual, falsidade ideológica e formação de quadrilha pelo repasse de uma área do governo federal para mãos privadas, após fraude em documentação.

 

Na semana passada, os dois foram indiciados por terem participado da suposta fraude. Outras cinco pessoas também foram indiciadas: o diretor de prospecção da Terracap, José Humberto Pires; dois técnicos da SPU; o engenheiro particular; e o grileiro. 

 

Segundo a investigação, Lúcia Helena se empenhou pessoalmente para concretizar o repasse do terreno. Os erros técnicos foram tão gritantes que o tabelião responsável pelo registro da terra se recusou três vezes a fazer a operação. Lucia foi ao cartório pressionar o tabelião. Também viajou até São Paulo onde conseguiu uma ordem judicial para que o cartório fizesse.

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