O tratamento de pessoas portadoras da doença genética fenilcetonúria pode ficar prejudicado. O leite especial utilizado por estes pacientes está em falta no estoque da Secretaria de Saúde.
O órgão explicou, por meio de nota, que o atraso ocorreu porque o produto comprado antes, de outra marca, não foi aceito pelos pacientes e que a compra foi suspensa a pedido do Ministério Público, mas que o processo de compra emergencial do produto está em fase de conclusão.
A associação dos portadores da doença explica que não aceitou a troca de marca porque laudos médicos comprovaram que as outras não atendem às necessidades nutricionais dos pacientes.
O DF tem 23 portadores da doença que precisam, em média, de 4 latas por mês cada um. A venda do leite especial em farmácias comuns é proibida.