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Brasília

Testemunhas do crime da 210 norte são ouvidas nesta segunda-feira

Arquivo Geral

27/08/2013 10h21

O Tribunal do Júri realizou nesta segunda-feira (26) audiência de instrução para oitiva das testemunhas do crime de homicídio de Raquel Nascimento e José Nasciel de Oliveira Sales, ocorrido na 210 norte. A delegada do caso prestou esclarecimentos e outras oito testemunhas foram ouvidas.

 

Estiveram presentes na audiência os cinco réus: Valdson Gama de Oliveira, Leandro Rodrigo Silva, Fabiano Ribeiro Souza, Lucimar de Oliveira e Ilton Francisco de Jesus. Eles são acusados pelo homicídio de Raquel Nascimento que trabalhava como prostituta e José Nasciel de Oliveira Sales que era cafetão na 210 norte. O acusado de executar o crime, Valdson Gama de Oliveira, trabalhava em um lava jato e já confessou o homocídio.

 

De acordo com a delegada, a mãe de Raquel percebeu que ela não havia retornado para casa e foi procurá-la num restaurante, onde Raquel dizia trabalhar, mas na verdade ela passava o dia em um apartamento na 210 norte trabalhando como prostituta. O porteiro subiu até o apartamento onde morava José Nasciel (o cafetão) e encontrou tudo revirado. A polícia foi chamada. Valdson Gama de Oliveira foi reconhecido nas imagens do circuito de filmagem, entrando no prédio e saindo com uma televisão. No apartamento, foi encontrada uma sacola plástica com uma nota fiscal que comprovou a compra de uma faca por Valdson, objeto usado para matar as vítimas. Segundo a delegada, Valdson já confessou o crime e Ilton e Leandro negaram todos os fatos e qualquer envolvimento no crime.

 

A delegada explicou que o homicídio de José Nasciel foi motivado por dívida proveniente de tráfico de drogas e que Lucimar, amante de Leandro,  queria a morte de Raquel por motivo ainda desconhecido e que todos os cinco acusados concordaram em matar os dois.

 

Segundo algumas testemunhas, Leandro possuía documentos falsos com o nome de José Carlos, por isso era conhecido por Carlinhos. Lucimar,a amante,  emprestou seu carro para que Leandro levasse Valdson à 210 norte no dia do crime. Segundo o dono do bar, Eliéser, Valdson apareceu no local com a televisão roubada do apartamento e Leandro pediu dinheiro emprestado a Eliéser para comprar a televisão.

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