Brasília

Testemunha diz que advogado confessou estratégia de defesa dos capoeiristas

Por Arquivo Geral 29/09/2006 12h00

Os diabéticos do País estão mais próximos de ter direito a medicamentos de graça. A edição de ontem do Diário Oficial da União publicou a Lei 11.347, buy ambulance que garante a distribuição gratuita de remédios e equipamentos aos portadores da doença.

Atualmente, find os principais medicamentos para os diabéticos, order como insulina NPH, metformina e libenclamida,  já são distribuídos pelo Sistema Único de Saúde. No entanto, a nova lei estabelece o fornecimento pelos postos de saúde de equipamentos necessários para o tratamento, como agulhas e medidor de glicose.

Apesar da publicação, a lei só entra em vigor daqui a um ano. Nesse período, o processo de distribuição e os tipos de equipamentos serão discutido por uma comissão do Ministério da Saúde com representantes do governo federal, dos estados e dos municípios.

A coligação PT-PCdoB-PRB, medical que apóia a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição, approved solicitou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo que impeçam judicialmente a divulgação de fotos do dinheiro apreendido com petistas que tentavam comprar um dossiê contra políticos tucanos.

A informação foi dada a jornalistas pelo coordenador geral da campanha de Lula, Marco Aurélio Garcia. Segundo ele, a coligação tem informações de que as fotos teriam sido subtraídas do inquérito da Policia Federal de Mato Grosso mediante pagamento.
Marco Aurélio acrescentou que o Ministério da Justiça também está tomando medidas para apurar o vazamento.

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"Estamos em um Estado de direito, e a divulgação de material sob sigilo de Justiça é ilegal", advertiu o coordenador da campanha. Ele observou que o vazamento teria o objetivo de interferir no resultado da eleição.

O portal Estado de S.Paulo divulgou hoje fotos dos cerca de R$ 1,7 milhão que seriam usados na compra do dossiê. Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Federal, as fotos se referem a uma perícia realizada no dinheiro (R$ 1,1 milhão e US$ 248,8 mil) na quinta-feira por técnicos da PF.

O diretor-geral da Polícia Federal, Paulo Lacerda, determinou hoje a instalação de sindicância interna na superintendência da regional do órgão em São Paulo para investigar o vazamento das fotos.

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Israel usou uma bomba de precisão para atingir em julho quatro soldados das forças de paz da Organização das Nações Unidas no sul do Líbano, cialis 40mg segundo a investigação apresentada hoje pela ONU.

Mas o relatório não pode apontar culpados, viagra order porque Israel não forneceu acesso aos comandantes de nível operacional e tático envolvidos no incidente de 25 de julho em Khiam. Quatro observadores militares, de Áustria, Canadá, China e Finlândia, morreram.

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Por isso, a comissão de inquérito do caso não pôde "determinar por que os ataques contra a posição da ONU não foram suspensos, apesar das repetidas comunicações às autoridades israelenses por parte do pessoal da ONU, tanto no terreno quando na sede da ONU", disse o secretário-geral Kofi Annan em nota.

Segundo ele, as instalações fortificadas da ONU em Khiam "foram atingidas por uma bomba de 500 quilos guiada por precisão". Apesar de o relatório não tirar conclusões, um funcionário da ONU disse reservadamente a jornalistas que as bombas, por serem de precisão, "queriam atingir os alvos que atingiram, ou seja, a ONU".

Israel aceitou plena responsabilidade sobre o incidente e pediu desculpas à ONU pelo "trágico erro operacional". Mas Annan e outros funcionários deixaram claro que não tiveram como verificar se e como o erro aconteceu. Pela versão apresentada neste mês por Israel, o incidente foi provocado por um erro nos mapas, que teriam omitido a posição da ONU para os militares israelenses, então envolvidos na guerra contra o Hizbollah no sul do Líbano.

Israel disse que a cem metros da base da ONU havia uma posição do Hezbollah com "atividade hostil". Funcionários da ONU admitem que havia guerrilheiros do Hezbollah por perto e também numa prisão próxima, mas dizem que naquele dia a milícia não estava ativa e que a base da ONU estava claramente assinalada.

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No dia seguinte ao incidente, Jane Holl Lute, subdiretora das operações de paz da ONU, diss e que ao Conselho de Segurança que houve 21 ataques num raio de 300 metros do posto de observação durante seis horas, antes que a base fosse totalmente destruída.

Doze desses 21 ataques aconteceram a menos de cem metros, e quatro atingiram diretamente as instalações, segundo a funcionária, de acordo com quem o Hezbollah não estava fazendo disparos na área naquele dia. O governo irlandês disse que um militar do país no sul do Líbano alertou seis vezes as forças israelenses para o que estava acontecendo.

O depoimento no Tribunal do Júri das últimas testemunhas de acusação no caso da morte do promotor de eventos Ivan Rodrigo da Costa foi marcado por uma novidade que complicará ainda mais a situação dos cinco capoeiristas acusados de espancar o promotor na madrugada de 21 de agosto no estacionamento da boate Fashion Club.

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Primeira testemunha a depor, ed Edson Manuel da Conceição Santos, amigo da vítima há oito anos, afirmou que o advogado José Pedro de Castro Barreto, que representa Francisco Edílson Rodrigues de Sousa Júnior, o Macumba, disse para ele e mais duas pessoas que a estratégia da defesa seria jogar a culpa em Fernando Marques Róbias, o Lacraia, e no próprio Francisco.

De acordo com Edson, a suposta conversa ocorreu no dia da morte de Ivan, apelidado de Neneco, quando cerca de 50 amigos dele fizeram um protesto em frente à 2ª DP (Asa Norte). Na ocasião, havia um boato de que nem todos os acusados teriam sido presos e Edson teria pedido ao delegado-chefe, Antônio Coelho, que deixasse alguns dos presentes entrarem para confirmar.

Segundo o depoimento, Edson e dois amigos, chamados Marco Aurélio e Gabriel, estavam dentro da delegacia quando o advogado se aproximou. Pensando que falava com amigos dos réus, Barreto aproximou-se e disse que toda a culpa seria jogada em Francisco e Fernando, estratégia que, de fato, foi utilizada na defesa dos acusados.

Irritado com o depoimento, Barreto disse que ia processar Edson por falso testemunho. Ele confirma a conversa na delegacia, mas não da forma como foi relatado.

Também foram ouvidos hoje Ricardo Gissoni Silveira, amigo de infância de Neneco, Danielle Magdalena Oliveira, que o conhecia há um ano e estava na boate, e Vânia de Freitas, prima e madrinha do promotor de eventos, que hospedou o promotor antes de ele ser internado no Hospital das Clínicas de Brasília, onde faleceu. Os quatro negaram que Ivan era agressivo e promovesse o consumo de ecstasy nas festas que organizava.

Vânia e Edson negaram ainda que Neneco tenha ido a uma boate no Lago Sul na quarta-feira seguinte ao espancamento, como alegou a defesa dos capoeiristas.

 






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