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Brasília

Suspeitos de matar morador de rua na Asa Norte são presos

Arquivo Geral

26/08/2011 17h02

 

Foto: Minervino JuniorTrês pessoas foram presas suspeitas de terem participado do homicídio de um morador de rua e ter deixado a parceira da vítima gravemente ferida na noite da última quinta-feira (25), ocorrido por volta das 19h próximo a parada de ônibus da quadra 314, na Asa Norte. Milton Gonçaves Reis, de 28 anos, Vanilson Ferreira de Araújo, 28, e Joana Darque, que também eram moradores de rua, foram detidos poucos minutos após o crime ter sido cometido.

 

 

Segundo informações da 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte), enquanto os três fugiam da cena do crime, Joana teria machucado o pé quando atravessavam o Eixão rumo a 214 Norte . O Corpo de Bombeiros foi acionado para atender a um suposto atropelamento. A equipe suspeitou dos três, que foram detidos após a parceira da vítima assassinada ter reconhecido os autores.

 

 

Ainda de acordo com as informações, Joana foi encaminhada ao Hospital de Base de Brasília (HBB), onde foi tratada com escolta policial, e os outros dois foram levados para a delegacia da área. 

 

 

Relembre o caso

 

 

Uma briga entre moradores de rua terminou com uma morte e uma pessoa gravemente ferida. O crime aconteceu próximo a parada de ônibus da quadra 314, na Asa Norte. Segundo testemunhas, um grupo de moradores de rua estava morando no local. Por volta de 19h desta quinta-feira (25), começou uma discussão entre eles. Um dos integrantes pegou uma barra de ferro começou a agredir dois moradores de rua. A mulher foi atingida na cabeça e levada pelo Corpo de Bombeiros para o hospital. O homem também foi atingido na cabeça, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

 

 

O gerente do posto, que fica na quadra onde aconteceu o crime, conta que todos os dias têm uma discussão entre os moradores de rua. ” No início da semana eles se desentenderam e estavam brigando com uma seringa. Ontem, estavam brigando com faca. A população está assustada”, desabafa o gerente Douglas Moreira.

 

 

Quem passa pelo local reclama da quantidade de morador de rua na região. “Eles ficam migrando. Cada semana estão em um local diferente. Eles consomem bebida alcoolica, drogas e roubam os pedestres para arrumar dinheiro e manter o vício”, reclama o arquiteto Francisco Lauande.

 

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