O Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo erradicou cinco edificações e duas fundações erguidas sem autorização em áreas públicas do Riacho Fundo I e de Taguatinga, nesta segunda-feira (19).
“Nossa fiscalização conseguiu identificar as obras ainda fase inicial na sexta-feira (16). Os responsáveis pelas construções ilegais tentaram adiantá-las no final de semana, mas com a ação desta segunda-feira conseguir impedir a expansão desses loteamentos irregulares”, informa o subsecretário de Defesa do Solo e da Água da Secretaria da Ordem Pública e Social (Seops), Nonato Cavalcante.
A equipe responsável por Taguatinga fiscalizou o Assentamento 26 de Setembro, área da Terracap próxima aos limites com a Floresta Nacional de Brasília.
A ação começou pela Chácara 8, onde foram erradicadas duas edificações, um ponto clandestino de energia e 50 metros lineares de cerca.
Foi emitida ainda uma intimação demolitória, que deu prazo de dois dias para que o responsável por obra irregular faça a remoção por conta própria, sob pena de multa.
Outra intimação, desta vez com prazo de cinco dias, foi emitida na Chácara 17, onde houve a retirada de uma gambiarra de energia 3 de uma edificação em madeira.
RIACHO FUNDO I
O primeiro local vistoriado no Riacho Fundo I foi a Colônia Agrícola Sucupira, Chácara 25C, onde duas fundações para a construção de obras ilegais foram erradicadas.
Na Colônia Agrícola Riacho Fundo I Chácara 26 foi retirada uma edificação irregular que já estava com as paredes erguidas.
O último local onde houve remoção foi uma área de proteção permanente (APP) do Parque Vivencial do Riacho Fundo, onde uma edificação irregular foi ao chão.
O responsável pela obra ilegal foi auxiliado na mudança para a casa de familiares, no Recanto das Emas.