Em mais uma iniciativa não governamental inédita na capital do país, será lançado nesta terça-feira (15), o Projeto Estação Cultural, desenvolvido pelo Açougue Cultural T-Bone em parceria com a Fundação Banco do Brasil e com a Petrobras que prevê livros para empréstimos, serviço de internet 24 horas e wi-fi, com capacidade 10 megas em cada módulo, gratuitamente em pontos de ônibus de Brasília.
O evento ganhou a simpatia e apoio dos moradores e hoje está presente em 38 pontos de ônibus. Reconhecida pelos brasilienses, inclusive copiada em vários estados e outros países, além de contar com o apoio de organismos internacionais como a Unesco e embaixadas, bibliotecas públicas e universidades, desde o início das atividades conta com depoimentos de inúmeros cidadãos beneficiadas com os livros, citados em várias reportagens sobre o projeto, que diariamente empresta cerca de seis mil exemplares sem nenhum controle ou burocracia.
O objetivo das estações culturais é estimular e ampliar o acesso à cultura, informação e comunicação, com a finalidade de contribuir para melhorar as condições sociais da comunidade participante.
Cada módulo das Estações Culturais vai contar com um computador com tela touch screen, desenvolvido exclusivamente para o projeto pela empresa Apek, com sede em Campinas-SP, internet via rádio com capacidade de 10 megas e estante para livros com iluminação interna. Além disso, o projeto prevê Wi-Fi com capacidade 10 megas, no raio de um quilômetro.
Visando valorizar a produção literária local, o projeto Estação Cultural publicará na parte lateral dos oitos módulos poesias inéditas de escritores e personalidades da capital. Nesse primeiro momento, cada Estação contará com poesias de Aloísio Brandão, Amneres Santiago, Fabrízio Morelo, Jorge Amâncio, Luiz Martins, Miquéias Paz, Paulo José Cunha e Vicente Sá.
Cada poesia ficará exposta por tempo determinado pela coordenação do projeto que pretende substituir até o final desse ano por textos de outros escritores da cidade. Com isso, espera-se também sensibilizar ainda mais o usuário do projeto visando o bom uso das Estações Culturais, como patrimônio público e a serviço de todos.