Carlos Carone
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Uma longa e rigorosa preparação com direito a um regime radical. Esse seria parte importante do plano que ajudou seis condenados de alta periculosidade a escaparem, na madrugada do último domingo, do que deveria ser o presídio mais seguro do complexo penitenciário da Papuda. Os foragidos passaram por buracos muito pequenos por entre as grades que foram serradas. Algo em torno de 25 a 30 centímetros.
As primeiras impressões dos investigadores que trabalham no caso é de que houve um planejamento no mínimo cuidadoso dos detentos para elaborar o plano de fuga. A possibilidade de terem deixado de se alimentar está sendo levada em conta pelo subsecretário do Sistema Penitenciário (Sesipe), delegado André Victor do Espírito Santo. “Eles passaram por um buraco muito pequeno por entre as grades. Uma pessoa que não estivesse bem abaixo de seu peso ideal não conseguiria atravessar”, afirmou.
Leia a íntegra na edição desta quarta-feira no Jornal de Brasília.