Devido ao aumento do número de casos registrados de pacientes infectados com a bactéria Klesiella pneumoniae carbapenemase (KPC), a Secretaria de Saúde do Distrito Federal traçou uma estratégia mais agressiva para evitar o contágio. Um grupo central está responsável pela fiscalização de todas as unidades hospitalares, em conjunto com o Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar de cada hospital.
A preocupação no momento é com a higienização dos locais, para evitar que a bactéria se prolifere, já que o tratamento é difícil em decorrência da alta resistência a antibióticos.
Até o momento, mais de 100 pacientes de hospitais públicos e particulares estão entre casos confirmados e suspeitos de infecção pela KPC. Foram confirmados 18 óbitos. No entanto, a secretária de Saúde do DF, Fabíola Nunes, esclarece que a situação está dentro do controle. “Estamos abastecendo todas as unidades para garantir que a higienização seja feita corretamente. Em relação ao número de óbitos registrados, não podemos afirmar que a causa da morte foi somente devido à bactéria”, detalhou.